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Lendo Euclides por Beppo Levi 2013/09/03

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A matemática e a geometria sob um olhar renovador.

Editora Civilização Brasileira – Rio de Janeiro – 2008
(um selo da editora record ltda)

Tradução do espanhol (Leyendo a Euclides)

Ao publicar sua monumental obra Elementos, Euclides de Alexandria (360 a.C. a 295 a.C.), criador da geometria euclidiana, tornou-se o mais importante matemático da Antiguidade greco-romana e talvez de todos os tempos.

A obra abrange toda a aritmética, a álgebra e a geometria conhecidas até então no mundo grego, sistematiza o conhecimento geométrico dos antigos e intercala os teoremas já conhecidos com a demonstração de muitos outros, que completam lacunas e dão coerência e encadeamento lógico ao sistema que ele criou.

Em Elementos, Euclides introduziu o formato (ou método) axiomático, que é, em grande medida, o paradigma do modo de operar da razão matemática. Seus axiomas cristalizaram uma estética quase imperativa para essa razão: a estética do equilíbrio delicado entre simplicidade e alcance, entre o mínimo de pressupostos e o máximo de consequências deriváveis. A genialidade do modelo euclidiano reside em que a partir de noções elementares como ponto, reta, círculo e juntamente com apenas cinco axiomas, é possível desenvolver análises que abrangem toda a geometria clássica.

Beppo Levi escreveu “Lendo Euclides” em 1947, e já nesta época era reconhecido na comunidade científica como alguém que formulou as bases do ensino claro e do respeito pela investigação científica, na qual deve prevalecer o rigor lógico. Seu objetivo era atrair a atenção dos leitores não matemáticos para o estudo dos conceitos fundamentais da geometria e da filosofia por meio da reflexão e da análise cuidadosa de Elementos. Neste livro não é o matemático profissional quem escreve, mas o estudioso que transmite sua paixão pela matemática, pela história e pela filosofia. Ao fazer essa leitura e vem a tona a reflexão de um diálogo que atravessa mais de vinte e dois séculos e permite aprender Euclides com olhos modernos. Os leitores terão a oportunidade de reaprender a geometria pelas mãos de um célebre matemático.

Beppo Levi nasceu em Turim, na Itália, em 1875. Doutorou-se em 1896, com apenas 21 anos e a partir de 1906 foi professor nas universidades de Cagliari, Parma e Bolonha. em 1938, devido à perseguição anti-semita do regime fascista de Mussolini, teve de emigrar com sua família. estabeleceu-se na cidade de Rosario, na Argentina, onde viveu até sua morte em 1961. Lá fundou o Departamento de Matemática da Universidad Nacional del Litoral – que hoje leva seu nome – e influenciou na formação de grandes cientistas argentinos.

Euclides dois mil anos depois

Entre diversas coisas, conjecturou e demonstrou que existem infinitos números primos (indivisíveis). Ganhou a vida dando aulas de matemática a curiosos, desejosos de aprender para saber, não para fazer. Conta a tradição que quando um aluno novato lhe perguntou que proveito material poderia obter com o estudo da matemática, Euclides teria chamado seu escravo e lhe teria dito: “Dê uma moeda de ouro a esse infeliz, já que ele pensa que deve ganhar para aprender”.

É muito possível que Euclides tenha estado conectado com o Museu de Alexandria, visto que nesse instituto estatal de investigações científicas e humanísticas se havia congregado a flor e a nata da intelectualidade da época. Os pesquisadores do Museu recebiam salários do tesouro real para produzir conhecimentos que raras vezes tinham aplicação prática. Só formavam e proviam cérebros curiosos e engenhosos, a começar pelos próprios. Quantos estadistas do nosso século entendem que o conhecimento básico é o mais útil, por ser utilizável em múltiplos campos?

A principal obra de Euclides, intitulada Elementos, é o livro antigo mais estudado da História. Reúne e sistematiza os conhecimentos geométricos de seu Tempo. Por isso já se disse que Euclides não foi original: apenas compilou invenções alheias. Os que repetem essa tese desconhecem que Euclides construiu a primeira teoria propriamente dita registrada pela História, o sistema Hipotético-Dedutivo. Antes dele, a matemática era um amontoado de resultados soltos; a partir dele, foi se convertendo em um conjunto de sistemas relacionados entre si.

Euclides introduziu explicitamente o formato (também chamado método) axiomático, que consiste em começar listando os conceitos básicos e os postulados – ou seja, ideias não deriváveis de outras ideias no mesmo sistema – e derivar (definir ou deduzir) os demais a partir deles.

A axiomática serve de parâmetro para a organização racional e econômica de qualquer corpo de conhecimentos, sejam matemáticos, físicos, econômicos, filosóficos ou outros. Spinoza, por exemplo, a utilizou em sua grande obra “Ética”. Hoje, os filósofos a empregam para esclarecer, sistematizar e provar ideias em qualquer ramo da filosofia.

David Hilbert, no final do século XIX, exaltou e advertiu para as virtudes da axiomática. Utilizou-a em matemática e em física, e a tornou seu cânone (Hilbert, 1918). Entre estas virtudes figuram as seguintes:

– economia
– aceleração da dedução
– facilitação do exame de coerência lógica
– esclarecimento de suposições
– individualização dos conceitos básicos ou primitivos (definidores) e busca de fundamentos cada vez mais profundos.

Essas virtudes tornam quase plausível a anedota segundo a qual Blaise Pascal, aos 14 anos, teria reconstruído por sua própria conta a maior parte da geometria euclidiana a partir de seus postulados.

No entanto, o método axiomático pode enganar, ao sugerir que basta um sistema de axiomas para deduzir todos os teoremas em um campo definido. De fato, salvo nos casos das consequências imediatas (corolários), é preciso agregar suposições, tais como construções, exemplos ou lemas (proposições tomadas de campos fronteiriços). Por exemplo para provar que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a dois ângulos retos, convém começar traçando uma reta paralela a um dos lados. Outros teoremas euclidianos requerem outras construções (ad hoc) mais ou menos engenhosas. Talvez por esse motivo Einstein, já famoso e sempre muito ocupado, tenha se dado ao trabalho de escrever uma carta ao psicólogo Wertheimer expondo duas provas diferentes do teorema geométrico do antigo Menelau. [minha anotação: também Einstein trabalhando por muitos anos no escritório de patentes na Suiça, deve ter visto, lido, analisado centenas de tratados, teoremas, ideias, roteiros, etc].

Isso, junto com sua sistemática e seu rigor lógico, faz com que o estudo da geometria euclidiana seja possivelmente mais formativo do que o da geometria analítica ou o do cálculo infinitesimal. Essas teorias possuem algoritmos (regras) que podem se aplicar uniformemente e, em muitos casos, mecanicamente. Esse, além da inércia secular, é um dos motivos que os Elementos se tornou um dos livros mais difundidos em todo mundo durante dois milênios. Seu estudo exige tanto engenho e empenho quanto rigor. Forma tanto matemáticos quanto advogados.

A lógica da geometria de Euclides, em particular sua sistemática e coerência, continua suscitando admiração. Não causa surpresa que um matemático moderno como Beppo Levi lhe tenha dedicado um estudo profundo ainda que sem a carga erudita habitual. Nem é de se estranhar, também, que este livro do matemático ítalo-argentino desperte a curiosidade de leitores contemporâneos.

Beppo Levi (1875-1961) foi um matemático tão versátil como distinto. Mesmo tendo trabalhado principalmente com geometria algébrica, fez importantes incursões em outros campos, tais como a análise matemática, a teoria dos números, a teoria dos conjuntos, a lógica e a dialética da matemática. Semelhante universalidade é inconcebível hoje em dia, em parte porque se sabe muitíssimo mais, em parte porque se superestimam a especialização, sem reparar que as fronteiras entre as disciplinas são, em grande medida, artificiais.

Afirma-se que, entre 1897 e 1909, Levi participou ativamente em todos os novos desenvolvimentos da matemática da época (Schappacher e Schoof, 1996). Seu nome aparece associado, direta ou indiretamente, aos nomes de quase todos os grandes matemáticos de seu tempo, entre outros, Hilbert, Lebesgue e Poincaré. Além disso suas contribuições pertencem à pré-história de vários ramos da matemática que emergiram depois de Levi.

Entre outras coisas, Levi talvez tenha sido o primeiro a formular explicitamente e a criticar o axioma da escolha, usualmente atribuído a Zermelo (Moore, 1982). Descobriu que estava sendo utilizado tacitamente em muitas demonstrações matemáticas (tal axioma continua sendo motivo de estudos). Mas Levi é bem mais conhecido pelo lema que leva seu nome, e que se refere a integrais de sucessões monótonas de funções. Também é conhecido por seu estudo, mais importante, de singularidades de superfícies algébricas.

Ironicamente, esse grande homem tem sido considerado o matemático mais baixinho do século. Era corcunda, tinha uma voz estridente e era casado com uma mulher linda, com quem teve três filhos, entre eles Laura, a física da família. Embora Levi não tenha passado no exame de pureza racial, viveu muito mais anos, comportou-se muitíssimo melhor, concebeu e criou mais filhos e mais ideias que seu perseguidor.

A legislação anti-semita promulgada pelo governo fascista italiano em 1938 privou Levi de sua cátedra em Bolonha e o obrigou a emigrar junto com a família. Aos 64 anos de idade, recomeçou a vida: veio parar no ramo de Rosario da Universidade Nacional do Litoral. Isso se deveu à gestão de seu ilustrado reitor, o engenheiro Cortés Plá, e do matemático Julio Rey pastor, grande incentivador da ciência na Argentina e na Espanha.

Em sua nova Pátria, Levi fez um pouco de tudo. Deu cursos para estrangeiros; em 1940, fundou e dirigiu o Instituto de Matemática e sua revista , Mathematicae Notae; estimulou os poucos jovens que se interessavam pela Matemática pura; participou de reuniões de físicos; continuou cultivando as humanidades e inclusive encontrou tempo para responder algumas questões matemáticas formuladas por alunos e colaboradores.

Aprenderão com este livro a ver Euclides e inclusive seu mestre Platão, através dos olhos modernos.

Mario Bunge
Foundations and Philosophy of Science Unit
MCGill University, Montreal

Referências bibliográficas:

– Hilbert, D. “Axiomatisches Denken”, in Gesammelte Abhandlungen, vol. 3. Berlim: Julius Springer, 1918.

– Moore, G. E. Zermelo’s Axioms of Choice. Nova York: Springer-Verlag, 1982.

– Schappacher, N. e Schoof, R. “Beppo Levi and the arithmetic of elliptic curves”, in The Mathematical Intelligencer 18: 57-69, 1996.

adaptado por Gilberto dos Santos Alves
com base em livros e artigos da Biblioteca de São Paulo – agosto de 2013.

boletim nuto santana – machado de assis 2011/04/11

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A finalidade deste artigo é apresentar quais são os livros que estão na biblioteca pública nuto santana, que fica aqui em são paulo – brasil – e possui muitos dos livros desse importante autor brasileiro.

Se você deseja fazer seu trabalho escolar ou pesquisa e usar alguns dos livros saiba que é só fazer sua carteirinha gratuitamente na biblioteca e retirar o livro para sua pesquisa ou trabaho sem nenhum custo. de graça. gratuito.

veja a lista das obras que estão do sistema da biblioteca e só aqui você tem a lista que pode ser encontrada facilmente pelos buscadores google, yahoo, bing, ask etc.

 

baixe o arquivo contendo o pdf para melhorar sua pesquisa:

 

MachadodeAssisNutoSanabril2011

 

você também pode acessar esta versão para seu dispositivo móvel independente de versão de sistema operacional.

Suporte a Temas em HTML (CSS) 2011/02/01

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Suporte a Temas em HTML

Novo na versão 0.6.

Sphinx suporta a mudança na aparência dos HTML gerados, através da funcionalidade chamada tema. Tema é uma coleção de modelos de folhas de estilo (CSS) além de outros tipos de arquivos estáticos. Adicionalmente, pode haver a configuração de arquivos que podem ter seu tema herdado de outro tema, permitindo utilizar várias opções de aparência e comportamento.

Temas podem ser desvinculados de projetos, podendo ser utilizados de maneira diferente em cada um deles, sem sofrer mudanças.

Usando um tema

Usar um tema existente é fácil. Se o tema já veio com o Sphinx, você só precisa configurar html_theme para o valor desejado.Com valor de html_theme_options você escolhe opções de aparência e comportamento. Por exemplo, você pode ter o seguinte em seu arquivo conf.py:

html_theme = "default"
html_theme_options = {
    "rightsidebar": "true",
    "relbarbgcolor": "black"
}

Isto irá dar a você o tema padrão, mas com uma barra lateral à direita e uma barra de relação ( a barra de navegação das ligações no topo e no rodapé) na cor preta.

Se o tema não veio com o Sphinx, ele pode ser em duas formas: um diretório contendo o arquivo theme.conf e outros arquivos necessários, ou um arquivo zip com os mesmos conteúdos. Qualquer um deles pode ser colocado onde o Sphinx pode encontrá-los; para isso pode ser usado o valor de configuração html_theme_path. Ele dá uma lista de diretórios, relativos ao diretório contendo o arquivo conf.py, os quais podem conter temas ou arquivos zip. Por exemplo, se você tem um tema em um arquivo blue.zip, você pode colocá-lo no arquivo conf.py e usar esta configuração:

html_theme = "blue"
html_theme_path = ["."]

Temas Internos

Visão Temas
default 

default

sphinxdoc 

sphinxdoc

scrolls 

scrolls

agogo 

agogo

traditional 

traditional

nature 

nature

haiku 

haiku

O Sphinx vem com uma seleção de temas que você pode usar.

Estes temas são:

  • basic – Essa é a formatação sem estilo usada como base para outros temas, e utilizável como base para outros temas configuráveis também. O HTML contém todos os elementos importantes como barras laterais e barras de relação. Tem uma opção (a qual é herdada por outros temas):
    • nosidebar (verdadeiro ou falso): Não inclui a barra lateral. Padrão é falso.
  • default – Este é o tema padrão,o qual parece com Documentação Python em <http://docs.python.org/>`_. Pode ser personalizado através destas opções:
    • rightsidebar (verdadeiro ou falso): Barra lateral do lado direito. Padrão é Falso.
    • stickysidebar (verdadeiro ou falso): Barra lateral ser fixa, ela não rola para fora da visão para conteúdos longos. Isto pode não funcionar bem para todos os navegadores. Padrão é falso.
    • collapsiblesidebar (true or false): Add an experimental JavaScript snippet that makes the sidebar collapsible via a button on its side. Doesn’t work together with “rightsidebar” or “stickysidebar”. Defaults to false.
    • externalrefs (true or false): Display external links differently from internal links. Defaults to false.

    There are also various color and font options that can change the color scheme without having to write a custom stylesheet:

    • footerbgcolor (CSS color): Background color for the footer line.
    • footertextcolor (CSS color): Text color for the footer line.
    • sidebarbgcolor (CSS color): Background color for the sidebar.
    • sidebarbtncolor (CSS color): Background color for the sidebar collapse button (used when collapsiblesidebar is true).
    • sidebartextcolor (CSS color): Text color for the sidebar.
    • sidebarlinkcolor (CSS color): Link color for the sidebar.
    • relbarbgcolor (CSS color): Background color for the relation bar.
    • relbartextcolor (CSS color): Text color for the relation bar.
    • relbarlinkcolor (CSS color): Link color for the relation bar.
    • bgcolor (CSS color): Body background color.
    • textcolor (CSS color): Body text color.
    • linkcolor (CSS color): Body link color.
    • visitedlinkcolor (CSS color): Body color for visited links.
    • headbgcolor (CSS color): Background color for headings.
    • headtextcolor (CSS color): Text color for headings.
    • headlinkcolor (CSS color): Link color for headings.
    • codebgcolor (CSS color): Background color for code blocks.
    • codetextcolor (CSS color): Default text color for code blocks, if not set differently by the highlighting style.
    • bodyfont (CSS font-family): Font for normal text.
    • headfont (CSS font-family): Font for headings.
  • sphinxdoc – The theme used for this documentation. It features a sidebar on the right side. There are currently no options beyond nosidebar.
  • scrolls – A more lightweight theme, based on the Jinja documentation. The following color options are available:
    • headerbordercolor
    • subheadlinecolor
    • linkcolor
    • visitedlinkcolor
    • admonitioncolor
  • agogo – A theme created by Andi Albrecht. The following options are supported:
    • bodyfont (CSS font family): Font for normal text.
    • headerfont (CSS font family): Font for headings.
    • pagewidth (CSS length): Width of the page content, default 70em.
    • documentwidth (CSS length): Width of the document (without sidebar), default 50em.
    • sidebarwidth (CSS length): Width of the sidebar, default 20em.
    • bgcolor (CSS color): Background color.
    • headerbg (CSS value for “background”): background for the header area, default a grayish gradient.
    • footerbg (CSS value for “background”): background for the footer area, default a light gray gradient.
    • linkcolor (CSS color): Body link color.
    • headercolor1, headercolor2 (CSS color): colors for <h1> and <h2> headings.
    • headerlinkcolor (CSS color): Color for the backreference link in headings.
    • textalign (CSS text-align value): Text alignment for the body, default is justify.
  • nature – A greenish theme. There are currently no options beyond nosidebar.
  • haiku – A theme without sidebar inspired by the Haiku OS user guide. The following options are supported:
    • full_logo (true or false, default false): If this is true, the header will only show the html_logo. Use this for large logos. If this is false, the logo (if present) will be shown floating right, and the documentation title will be put in the header.
    • textcolor, headingcolor, linkcolor, visitedlinkcolor, hoverlinkcolor (CSS colors): Colors for various body elements.
  • traditional – A theme resembling the old Python documentation. There are currently no options beyond nosidebar.
  • epub – A theme for the epub builder. There are currently no options. This theme tries to save visual space which is a sparse resource on ebook readers.

Criando temas

Como foi dito, temas podem ser diretórios ou arquivos zip (cujo nome é o nome tema), contendo o seguinte:

  • Um arquivo theme.conf veja abaixo,
  • Modelos HTML, se necessário.
  • Um diretório static/ contento qualquer arquivos estáticos, que serão copiados para o diretório estático de saída (diretório de build). Podem ser imagens, folhas de estilo, scripts, etc.

O arquivo theme.conf tem formato de INI [1] (legível inclusive pelo módulo Python ConfigParser) e tem a seguinte estrutura:

[theme]
inherit = base theme
stylesheet = main CSS name
pygments_style = stylename

[options]
variable = default value
  • inherit fornece o nome do tema básico “base theme”, ou none. O tema básico irá ser usado para localizar modelos inexistentes ( muitos temas não conseguem suprir outros modelos se eles usam basic como tema básico), estas opções serão herdadas e todos seus arquivos estáticos também.
  • stylesheet fornece o nome do arquivo CSS que será referenciado no header do HTML gerado. Se você preceisa mais de um CSS, inclua o segundo a partir do primeiro usando CSS’ @import, ou utilize um modelo de HTML que adiciona a ligação <link rel="stylesheet"> e as tags necessárias. Configurando o valor html_style irá sobrepor esta configuração.
  • pygments_style fornece o nome do estilo de “Pygments” que deverá ser usado para enfatizar as cores. Configurando o valor pygments_style irá sobrepor esta configuração.
  • A seção options contém pares de nome de variáveis e valores. Estas opções podem ser sobrepostas pelo usuário através de html_theme_options e são acessíveis a partir de todos os modelos como theme_<name>.

Modelos

O guia para modelos css guide to templating ajuda se você deseja escrever seu próprio modelo. O que é importante ter em mente é a ordem na qual o Sphinx procura por modelos (templates):

  • Primeiro, nos diretórios modelos do usuário templates_path.
  • Depois, no tema selecionado.
  • Após, em seus temas internos, Sphinx tema básico, etc.

Quando estender um modelo de tema, com o mesmo nome, use o nome do tema como um nome de diretório explícito: {% extends "basic/layout.html" %}. A partir de um modelo de usuário templates_path, você pode usar o “ponto de exclamação” como na sintaxe descrita no documento de modelo.

Modelos Estáticos

Temas foram criados para facilitar, o usuário em configurar aparência da documentação sem precisar escrever uma folha de estilos. É necessário um tema modelo bem como arquivos HTML. Entretanto o Sphinx suporta o que é chamado de “modelos estáticos” como segue:

Se o nome do arquivo está em um diretório de temas static/ ou em um caminho estático (terminado por _t), irá ser processado pelo motor de modelos. O _t irá ser deixado no final do nome do arquivo. Por ex: o tema padrão default é um arquivo static/default.css_t o qual usa um modelo para colocar cores em uma folha de estilo (css). Quando a documentação for construída com o tema padrão, o diretório de saída irá conter um arquivo _static/default.css onde os alvos (tags) já foram tratadas.

[1] Ele não é um arquivo Python executável, em oposição ao arquivo conf.py, pois pode expor a risco de segurança desnecessário já que é compartilhado.

mycosphaerella fijiensis 2009/10/15

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No centro de pesquisa e desenvolvimento de sanidade vegetal do instituto biológico do estado de são paulo são feitas as pesquisas envolvendo os fungos causadores da sigatoga preta.
Num breve histórico encontramos que já em 1935 na região do litoral de são paulo, cidade de caraguatatuba foram registrados os primeiros casos da doença com o fungo mycosphaerella musicola ( sigatoga amarela), originalmente identificados e catalogas em 1902 na ilha de Java, Fiji hoje Indonésia.
Segundo a Revista Problemas Brasileiros, editada pelo Sesc / Senac, nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant já existem várias propriedades produtoras de banana com destino a exportação que estão afetadas por perdas causadas pela sigatoga preta. Acredita-se que a contaminação dos bananais do brasil ocorreu da seguinte maneira:

caminho dos fungos mycosphaerella fijiensis e musicola

caminho dos fungos mycosphaerella fijiensis e musicola

Acesso à internet pela rede wifi (sem fio) do CCSP – tutorial 2009/08/12

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tela autenticação primeiro login no ccsp

tela autenticação primeiro login no ccsp

Procedimentos /  Manual de instruções para acessar a rede wifi (wireless) do Centro Cultural de São Paulo (CCSP), localizado aqui no bairro do Paraiso aqui em São Paulo – SP – Brasil.

Horários para utilização:

O serviço está disponível de segunda a sexta: das 10h às 20h; aos sábados: das 10h às 21h; domingos e feriados das 10h às 20h.

Áreas disponiveis para seu uso:

Área externa ao lado do foyer (1 antena)
Jardim central (área entre a lanchonete e o prédio da biblioteca (1 antena)
Bibliotecas (4 antenas)
Piso Flávio de Carvalho (2 antenas)
Central de informações (para atendimento em eventos – (1 antena)

Como utilizar a rede WIFI do CCSP?

Conforme a Lei Municipal nº 14.098, de 08 de dezembro de 2005, para a utilização da rede sem fio o usuário deverá observar algumas regras como, por exemplo, responsabilizar-se pela sua identidade eletrônica e senha. O usuário não poderá mostrar texto ou imagens considerados abusivos, nem acessar sites pornográficos, games on-line, bate-papos, sites de relacionamento, ou quaisquer outros portais cujo conteúdo não seja informativo ou educacional.

Para utilização da rede sem fio é necessário fazer um cadastro acessando o endereço:

http://www.radioccsp.net/wireless/cadastro3.php

Preencha todos os dados do e clique em enviar. Aguarde o retorno de um e-mail de confirmação do seu cadastro, que deverá ser enviado no prazo de algumas horas. Após receber o email, compareça pessoalmente à Central de Informações do CCSP, de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, para retirar sua senha e assinar um Termo de Responsabilidade que já foi impresso e está disponível com o funcionário do CCSP. Atenção: para configurar o seu notebook, você utilizará tanto a senha enviada por email quanto a que lhe for entregue na Central de Informações.

Como configurar seu computador para acessar a internet através da rede wifi?

Você recebera um conjunto de 2 usuários e senhas com os quais você deverá executar os seguintes procedimentos:
1 – detectar a rede CCSP que é a do centro cultural são paulo, e selecionar conexão automática;

2 – abrir seu navegador e digitar qualquer endereço de internet desejado por exemplo:

http:www.gmail.com

3 – o seu browser abrirá a primeira tela de autenticação muito parecida com a abaixo demonstrada:

4 – aceite o certificado

5 – quando surgir o campo de usuário e senha informe o primeiro conjunto de usuário e senha que o funcionário do CCSP lhe entregou no formulário impresso e no qual você assinou se responsabilizando pelos acessos.

6 – após este passo você irá receber mais uma tela de autenticação onde você deverá informar o usuário obedecendo a seguinte regra de composição: Informe a sigla da unidade da federação (estado) no qual seu documento foi impresso e o número do documento, por exemplo: se o seu rg (registro geral) tem o número 123456789 e foi emitido pelo estado do paraná (sigla PR) seu código de usuário (login) para esta segunda tela de autenticação ficará como: pr123456789 a senha para o acesso é padrão (por enquanto) e é a palavra: wificcsp

muita atenção pois todos os códigos e senhas devem ser digitados como minúsculas e lembre-se A é diferente de a

7 – seu login autenticado tem validade de 4 horas. caso precise navegar por mais tempo, após o mesmo expirar dirija-se ao atendimento geral e solicite ao funcionário a ativação por mais 4 horas. E toda vez que você retornar ao CCSP deve passar no atendimento geral e solicitar a ativação do seu usuário informando apenas seu nome completo. boa navegação


Indicada por Obama, para controlar gastos Renuncia 2009/02/03

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Artigo original por: Jeff Zeleny do N.Y. Times

tradução por Gilberto dos Santos Alves 03.fev.2009 15:12 brt (gmt -2)

A escolhida pelo presidente Obama, para a posição de chefe de performance da Casa Branca, renunciou de ser considerada para a posição, disse uma fonte oficial nesta Terça-feira, após vir à tona preocupações sobre restituição de impostos.

Nancy Killefer, indicada pelo presidente no último mês, para a posição de chefe do Escritório de Gerenciamento de Gastos “Office of Management and Budget”, de onde deveria escrutinar os gastos do governo. Uma fonte do governo, falando sob a condição de anonimato, por que o anuncio ainda não foi finalizado, confirmou que a Sra Killefer renunciou pois existem algumas pendências relacionadas aos impostos relativos ao departamento de desempregados de Washington, D.C.

A renúncia, data em primeira mão pela NBC News, veio quando a Casa Branca já estava envolvida em controvérsia polêmica sobre restituições do Sr. Tom Daschle, escolhido pelo presidente para liderar o Ministério da Saúde e Serviços Humanos. O Sr. aguarda confirmação do Senado para ocupar o posto.

A fonte oficial disse que por causa das razões da renúncia, mais tarde será liberada uma carta, na qual ela escreveu:

“Eu reconheço que sua agenda e as obrigações com as quais o chefe do Escritório de Performance vai lidar, são urgentes. Eu tenho também para mencionar que no ambiente atual, as minhas pendências com o Ministério de Desempregados, podem criar um tipo de distração e atraso que as responsabilidades do cargo precisam evitar. Por causa disso, eu relutantemente pergunto se você pode desistir de levar meu nome em consideração.”

“Estou profundamente honrada em haver sido selecionada por você, e ficou agradecida pela confiança em mim depositada. Você tem meu apoio de coração e meus sinceros desejos de sucesso em toda sua jornada.”

A Sra Killefer, chefe da firma de consultoria McKinsey & Cia, com escritório em Washington, havia sido nomeada para a posição no último dia 7 de janeiro de 2009. No anúncio o Sr. Obama disse que ela iria ajudar a “restaurar a confiança do povo Americano em seu governo”.

“Em face dos desafios de reconstruir nossa economia e trazer um novo senso de responsabilidade para Washington, não é só rearranjar os números numa planilha de saldos, é sobre renovar a confiança das pessoas em suas lideranças”. O Sr. Obama disse aos repórteres no Quartel Geral da transição, com a Sra Killefer ao seu lado: “Porque para colocar em ordem a confiança em nossa economia, precisamos restaurar a confiança do povo americano em seu governo, estar ao seu lado, gastar seu dinheiro de maneira inteligente, nas necessidades de suas famílias. Eu estou confiante que com a liderança da Sra Nancy, e os esforços de líderes de ambos os lados da bancada, nós poderemos fazer isto”.

Tubarões e Raias 2009/01/29

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transcrição Victor H. Alves 12.01.2009

<ins

Tubarões e rais são excelentes nadadores e máquinas de matar, e têm estado no topo dos predadores dos oceanos por mais de 400 milhões de anos. Suas características básicas – um corpo esguio com maxilares cheios de presas afiadas como navalhas – mudaram muito pouco durante este tempo embora muitas espécies diferentes de peixes semelhantes a tubarões tenham evoluído. Isso inclui os peixes-rato – com olhos grandes e cauda semelhante às dos ratos e raias – com corpos amplos e achatados e dentes pequenos. Tubarões e seus parentes são conhecidos como Condricties (“peixe cartilaginoso”) porque os seus esqueletos são feitos de cartilagem ao invés de ossos. Outras características típicas do grupo incluem: dentes e escamas que caem e são repostos continuamente, brânquias sem cobertura e ausência de nadadeiras pares. Bexigas natatórias também não estão presentes nos tubarões, o que significa que eles precisam nadar continuamente para evitar que afundem.

são paulo fevereiro 2009

SINOPSE – Acidente Boeing 737 GOL PR-GTD X N600XL 2009/01/26

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SINOPSE – Acidente PR-GTD/N600XL

O presente Relatório Final é referente ao acidente ocorrido em 29 de setembro de 2006, tipificado como COLISÃO DE AERONAVES EM VÔO, ocorrência que envolveu uma aeronave de transporte aéreo regular e outra executiva.

A aeronave de transporte aéreo regular era um Boeing 737-8EH, de fabricação norte-americana e matrícula brasileira, PR-GTD, operada pela empresa brasileira “Gol Transportes Aéreos S.A.”. A aeronave executiva era um Embraer Legacy, EMB-135BJ, de fabricação brasileira e matrícula norte-americana, N600XL, operada pela empresa norteamericana “ExcelAire Services, Inc.”

A aeronave de matrícula brasileira PR-GTD realizava o vôo regular GLO 1907, de Manaus (AM) para Rio de Janeiro (RJ), com escala técnica no Aeroporto Internacional de Brasília/Presidente Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal, sob regras do RBHA 121.

A aeronave executiva de matrícula norte-americana N600XL realizava um vôo de translado, do tipo “Ferry Flight”, de São José dos Campos (SP) para Fort Lauderdale, no Estado da Flórida, nos EUA, com uma escala técnica no Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes, sob regras do RBHA 91.

O N600XL decolou às 17:51 UTC do Aeroporto Estadual de São José dos Campos/Prof. Urbano Ernesto Stumpf, transportando dois tripulantes, ambos norteamericanos, e mais cinco passageiros.

O vôo GLO 1907 decolou às 18:35 UTC do Aeroporto Internacional de Manaus/ Eduardo Gomes, transportando 6 tripulantes e 148 passageiros.

Às 19:56 UTC, as duas aeronaves se chocaram frontalmente, tocando suas asas esquerdas, na aerovia UZ6, que liga as áreas terminais de Manaus e Brasília, próximo à posição NABOL, dentro da FIR Amazônica, no nível de vôo 370 (FL 370).

O N600XL perdeu parte do winglet da asa esquerda e sofreu danos no estabilizador e profundor esquerdos, mas manteve-se controlável e pousou em emergência no Campo de Provas Brigadeiro Veloso (SBCC).
Seus ocupantes saíram ilesos.

O PR-GTD perdeu inicialmente cerca de um terço da asa esquerda e ficou incontrolável aos pilotos. A aeronave entrou em mergulho, vindo a ter separação estrutural em vôo antes de atingir o solo, em meio à selva fechada. Não houve sobreviventes.

Este acidente, na data de sua ocorrência, foi considerado o maior da história da aviação brasileira e, provavelmente, será sempre um dos de maior complexidade de cenário a ter sido investigado.

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA DE VÔO
Recomendação de Segurança de Vôo é uma ação ou conjunto de ações proposto por órgão do SIPAER para o fim de eliminar ou mitigar um fator de risco associado a uma condição ou circunstância perigosa.

AO DECEA:

RSV (A) 260/A/06 – CENIPA,em 22/12/2006 – Revisar o AIP BRASIL, visando suaatualização, com ênfase no processo de inclusão de regras e procedimentos de tráfego aéreo brasileiro.
RSV (A) 261/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Instruir os controladores de tráfego aéreo, no que diz respeito ao cumprimento das autorizações de tráfego aéreo a serem transmitidas aos pilotos, considerando os itens 8.4.8, 8.4.9 e 8.4.10 da ICA 100-12 – REGRAS DO AR E SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO.
RSV (A) 262/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Assegurar o nível de proficiência na língua inglesa de todos os ATCO do SISCEAB, bem como prover os meios necessários, a fim de atender os SARP preconizados, conforme definido no DOC 9835 e ANEXO 1 da OACI.
RSV (A) 263/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Assegurar que os ATCO cumpram, na integra, todos os procedimentos de transferência de controle de tráfego aéreo entre órgãos ATC adjacentes e ou setores operacionais do mesmo órgão.
RSV (A) 264/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Assegurar que os procedimentos previstos para falha de comunicações aeroterrestres sejam cumpridos, na integra, pelos órgãos ATC.
RSV (A) 265/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Assegurar que todos seus ATCO participem de reciclagem específica da regulamentação do SISCEAB, considerando também as recomendações de letras b), c), d) e e) deste documento.
RSV (A) 266/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Regulamentar e operacionalizar a utilização do procedimento de vôo OFF SET nas regiões onde se apresentarem deficiências de comunicação e ou de cobertura radar.
RSV (A) 267/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Implementar nova apresentação (sistema efetivo de alerta) da informação de perda do modo “C” nas consoles radar, nos softwares em uso pelo SISCEAB, de forma a incrementar a consciência situacional dos ATCO.
RSV (A) 97/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Disponibilizar as publicações de informações aeronáuticas brasileiras, incluindo o AIP Brasil, AIP Brasil MAP, Suplemento de AIP, ROTAER e NOTAM em meio eletrônico para acesso via Internet.
RSV (A) 100/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar o desenvolvimento de programas de gestão de qualidade para os serviços de controle de tráfego aéreo nos diversos órgãos do SISCEAB.
RSV (A) 101/A/07 – CENIPA , em 24/09/2007 – Assegurar que os procedimentos previstos para perda de sinal do transponder e contato radar, principalmente em Espaço Aéreo RVSM, sejam cumpridos pelos órgãos ATC.
RSV (A) 102/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar que os procedimentos previstos para a passagem de serviço sejam cumpridos pelos órgãos ATC, analisando a possibilidade de estabelecer protocolos de supervisão e registro, através de monitoramento em tempo real com gravações de áudio e vídeo do operador que recebe o serviço e o operador que passa o serviço, os quais podem ser mantidos por mais de 30 dias, em complemento a RSV(A) 263/A/06 CENIPA de 22 DEZ 06.
RSV (A) 103/ A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Efetuar uma análise do trabalho da função de supervisor regional, com vistas a redimensionar as atividades e favorecer o adequado gerenciamento das operações de controle de tráfego aéreo nos setores de controle ou na região sob sua responsabilidade.
RSV (A) 105/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar que os órgãos de controle de tráfego aéreo sistematizem e acompanhem os processos e registros relativos à instrução e capacitação técnica.
RSV (A) 107/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Ativar nos consoles dos setores as freqüências disponibilizadas para as aeronaves conforme as cartas aeronáuticas em vigor.
RSV (A) 108/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar a adequada utilização da freqüência de emergência através da correta configuração da mesma nas consoles, incluindo procedimentos específicos no Modelo Operacional e nos treinamentos dos ATCO.
RSV (A) 109/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar o treinamento dos ATCO no uso da central de áudio e paginação das freqüências na referida central.
RSV (A) 114/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Avaliar a atual sistemática prevista dentro da rotina operacional, referente à supervisão quanto à compatibilidade das freqüências previstas para cada setor, informadas nas cartas, com as selecionadas para uso nas consoles.
RSV (A) 120/A/07 – CENIPA em 24/09/2007 – Assegurar que o treinamento inicial no STVD e as reciclagens sejam realizados com o objetivo de manter o nível operacional mínimo exigido pelo SISCEAB e OACI.
RSV (A) 123/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar que os registros de manutenção preventiva sejam mantidos pelos setores responsáveis, visando comprovar que as manutenções foram executadas segundo os procedimentos previstos e verificadas pelos inspetores responsáveis.
RSV (A) 124/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 Assegurar que sejam registrados os procedimentos para o restabelecimento de radares transportáveis no seu sítio de instalação.
RSV (A) 98/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Assegurar o desenvolvimento de um programa de treinamento operacional continuado, que garanta a proficiência técnica dos operadores do SISCEAB, incluindo a revisão do sistema de avaliação anual para a renovação de CHT e cursos de TRM, priorizando os supervisores, chefes de equipe e de funções operacionais de nível supervisão. Ficam os níveis de execução (ATCO) e de gerenciamento de alto nível para uma segunda fase.
RSV (A) 99/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Analisar a possibilidade de proporcionar cursos de preparação para Chefia e TRM para os oficiais que assumirem os cargos de Chefia de Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo.
RSV (A) 106/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Verificar a adequação do currículo do Curso ATM11 às necessidades da operação.
RSV (A) 118/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Incluir requisitos para alterar o STVD para que seja registrada cada ocorrência onde sejam ultrapassados os mínimos de separação estabelecidos nos modelos operacionais (bolha de segurança) e, automaticamente, gere um relatório de prevenção relativo aos dados da ocorrência.
RSV (A) 119/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Analisar a possibilidade de incluir requisitos capacitando o software de revisualização do STVD a sincronizar o áudio e a imagem da console selecionada, continuando a capturar as operações realizadas pelo controlador na área de comandos, incluindo os registros das teclas por ele acionadas.
RSV (A) 122/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Garantir que o plano de freqüências do Serviço Móvel Aeronáutico assegure a cobertura da freqüência de emergência 121.500 MHz em todas as estações que cobrem a área onde ocorreu a colisão.
RSV (A) 202/A/08 – CENIPA, em 28/11/2008 – Incluir requisitos no STVD referentes a implantação da Cleared Level Adherence Monitoring (CLAM), funcionalidade que verifica a conformidade do nível real de vôo com o nível autorizado e emite alerta nos casos de desvios fora dos padrões previstos, a fim de aperfeiçoar os alarmes previstos para alertar os controladores de que esta ocorrendo uma discrepância entre as informações recebidas de nível real de vôo da aeronave e o nível autorizado para o trecho.

AO CENIPA:

RSV (A) 268/A/06 – CENIPA, em 22/12/2006 – Realizar Vistoria de Segurança de Vôo Especial nas seguintes organizações: GOL LINHAS AÉREAS, EMBRAER (SJC e EPTAGPX), DECEA (CINDACTA 1 e 4, SRPV-SP, DTCEA-SJC, DTCEA-SP, DTCEA-CC e GEIV).
RSV (A) 88/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar em Norma do SIPAER o acionamento de Médico, Elemento Credenciado FH, na equipe de Ação Inicial de Investigação de Acidentes Aeronáuticos e Incidentes Aeronáuticos Graves.

À Empresa EXCELAIRE SERVICE, INC:

RSV (A) 69/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar os critérios de seleção e escolha de tripulantes para execução de vôos de recebimento de aeronaves, nos EUA e no exterior, priorizando o adequado conhecimento técnico-operacional e a experiência no equipamento, bem como o conhecimento das regras de vôo vigentes.
RSV (A) 70/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar o Programa de Treinamento de CRM da Empresa e inserir a previsão de reciclagens periódicas.
RSV (A) 71/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Estabelecer protocolos a serem executados pelos pilotos e supervisionados pelo Setor de Operações, visando garantir o fiel cumprimento dos procedimentos previstos no Manual Geral de Operações (MGO) da Empresa, referentes ao planejamento de vôo.
RSV (A) 72/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Estabelecer protocolos a serem executados pelos pilotos e supervisionados pelo Setor de Operações, visando garantir o fiel cumprimento da padronização da doutrina de cabine estabelecida para todos os vôos realizados pela Empresa.
RSV (A) 73/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar a estrutura organizacional da empresa, a fim de otimizar o trabalho executado pelo Setor de Segurança de Vôo, garantindo a independência de suas tarefas.
RSV (A) 74/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Revisar e atualizar o Manual Geral de Operações da Empresa (MGO), bem como as Especificações Operativas da EXCELAIRE, tendo em vista a aquisição de aeronaves EMB-135BJ.
RSV (A) 75/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar os critérios de avaliação operacional dos pilotos, no que tange à aplicação do treinamento de “Crew Resource Management” (CRM), a partir do planejamento e ao longo das demais fases do vôo.
RSV (A) 76/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar os critérios de treinamento operacional dos pilotos que executam vôos para fora dos EUA, sobretudo em espaço aéreo regido pelas normas da ICAO, no tocante à preparação, planejamento e execução do vôo, a fim de manter a adequada consciência situacional, em todas as fases da operação.

AO DEPENS E AO DECEA:

RSV (A) 81/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar, através de uma revisão dos critérios de avaliação de rendimento dos BCT nos cursos de formação básica e de especialização em controle radar, a adequação aos níveis de proficiência exigidos no desempenho da atividade.

AO IPA:

RSV (A) 82/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Rever os critérios e pontos de corte nos processos de seleção psicológica para a especialidade de BCT.

À ANAC:

RSV (A) 83/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Realizar Vistoria Técnica na EMBRAER, a fim de verificar a execução dos procedimentos referentes à composição de tripulação e atividades de “Despacho Operacional de Vôo ”(Qualificação e Habilitação dos DOV) em acordo com o estabelecido na legislação vigente, no processo de entrega e recebimento de aeronaves.
RSV (A) 84/A/ 07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar a conformidade das habilitações dos pilotos de empresas adquirentes, no processo de entrega e recebimento de aeronaves.
RSV (A) 85/A/ 07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar o cumprimento dos protocolos de convalidação das licenças e habilitações dos pilotos de empresas adquirentes, de acordo com as necessidades legais vigentes.
RSV (A) 205/A/08 – CENIPA, em 28/11/2008 – Avaliar, em coordenação com o DECEA, a atual legislação de utilização de publicações aeronáuticas para as aeronaves que operam no espaço aéreo brasileiro, visando mitigar o risco do uso de informações aeronáuticas desatualizadas ou incorretas.

À ANAC E À DIRSA:

RSV (A) 86/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Estudar a inclusão, atualizando as legislações pertinentes, de inspeções de saúde para controladores de tráfego aéreo, civis e militares, envolvidos em acidentes e incidentes graves aeronáuticos, bem como a criação de protocolos específicos de inspeção de saúde para estas finalidades.
RSV (A) 87/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Incluir, na legislação pertinente, o Presidente da Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico na relação de autoridades competentes para solicitar Inspeções de Saúde de militares e civis envolvidos em incidentes graves e acidentes aeronáuticos.

À EMBRAER:

RSV (A) 89/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Revisar as normas operacionais internas para os vôos de demonstração de produto, à luz da legislação vigente no Brasil, no tocante à composição de tripulação.
RSV (A) 90/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Promover reuniões periódicas entre o setor operacional e de segurança de vôo da Empresa com o efetivo do DTCEA-SJ, a fim de atualizar informações e trocar experiências.
RSV (A) 91/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Revisar e atualizar os “Indicadores de Qualificação, Competências e Habilidades – IQCH”, a fim de adequá-los à realidade operacional da EMBRAER.
RSV (A) 92/A/07 – CENIPA. em 24/09/2007 – Adequar a Estação Permissionária de Telecomunicações Aeronáuticas de Gavião Peixoto (EPTA – GPX), localizada no interior do Estado de São Paulo, às normas do SISCEAB.
RSV (A) 93/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Auditar, periodicamente, a Estação Permissionária de Telecomunicações Aeronáuticas de Gavião Peixoto (EPTA – GPX) e acompanhar as vistorias técnicas do CINDACTA 1 realizadas naquela estação.
RSV (A) 94/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Realizar cursos para concessão e revalidação das habilitações dos DOV, de acordo com a legislação aeronáutica brasileira, a fim de que o setor responsável possua pessoal capacitado e habilitado para o exercício da função.
RSV (A) 95/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar que a composição das tripulações, nos vôos de recebimento, esteja de acordo com a legislação em vigor.
RSV (A) 96/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Assegurar que a prestação de serviços de despacho operacional de vôo e facilitação para tripulações estrangeiras em vôos de recebimento estejam em conformidade com a legislação em vigor e não comprometam a segurança da operação.

AO DTCEA-SJ:

RSV (A) 125/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Realizar reciclagem operacional interna de todos os ATCO SJK (modelo operacional, acordo operacional, CIRTRAF, ICA 100- 12,etc.)
RSV (A) 126/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Atualizar a documentação operacional utilizada pelo destacamento.

À Empresa GOL TRANSPORTES AÉREOS S/A:

RSV (A) 130/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar o SOP, “Índice Geral de Capítulos” / 1- Procedimentos Gerais / 1.8 – Conversação na Cabine de Comando (Cabine Estéril), e estabelecer protocolo de utilização de telefone celular por parte dos tripulantes, quando no interior da cabine de comando das aeronaves.
RSV (A) 131/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reavaliar o SOP e estabelecer protocolo de utilização de equipamentos eletrônicos generalizados por parte dos tripulantes, quando no interior da cabine de comando das aeronaves.
RSV (A) 132/A/07 – CENIPA, em 24/09/2007 – Reforçar os fatos geradores das propostas de RSV em “Safety Alert” da empresa nas reciclagens operacionais e de “safety”, para todos os funcionários da GOL (tripulação técnica & cabine, além das equipes de Manutenção e Apoio).

O COMGEP:

RSV (A) 77/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Elaborar um plano de recompletamento de pessoal na área de controle de tráfego aéreo, estabelecendo medidas a serem adotadas a curto, médio e longo prazo, com vistas a suprir as necessidades de recursos humanos do SISCEAB.

O DEPENS:

RSV (A) 78/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Estabelecer nível mínimo de conhecimento da língua inglesa, compatível com as exigências da especialidade de BCT e com as metas previstas pela ICAO para 2008, como critério para classificação dos alunos do CFS na EEAR.
RSV (A) 79/A/07 – CENIPA, em 29/10/2007 – Nos concursos de admissão ao CFS, incluir critérios específicos de seleção psicológica (IPA) e médica (DIRSA) como pré-requisitos para a classificação na especialidade de BCT.

Às agências reguladoras de Aviação Civil:

RSV (A) 206/A/08 – CENIPA, em 28/11/2008 – Rever seus regulamentos, relacionados com a interface homem-máquina na cabine de comando das atuais e futuras aeronaves, em termos de disposição física de instrumentos, avisos e alarmes, de forma a evitar que eventuais interações inadvertidas dos tripulantes com esses dispositivos possam vir a afetar a segurança da operação. Estas revisões deverão estar em consonância com os aperfeiçoamentos de requisitos atualmente em andamento na comunidade aeronáutica, dos quais ressalta-se o Draft Rule § 25.1302 – Installed Systems and Equipment for Use by the Flight Crew, ainda em tramitação para ser oficializado, incluindo em seus dispositivos os aspectos relacionados com a interação dos tripulantes e a disposição física dos instrumentos, de modo a se evitar que eventuais ações inadvertidas afetem a operação.

À OACI:

RSV (A) 203/A/08 – CENIPA, em 28/11/2008 – Revisar as provisões contidas nos documentos da OACI que tratam dos procedimentos de falha de comunicação com o objetivo de tornar claro o entendimento dessa situação por parte de pilotos e ATCO e de harmonizar os procedimentos em todas as regiões do mundo.

AO FAA:

RSV (A) 204/A/08 – CENIPA, em 28/11/2008 – Avaliar a normalização existente a fim de verificar se os requisitos previstos de treinamento para vôos internacionais em operações segundo o 14 CFR Part 91, especialmente em jatos de alta performance e VLJ, podem ser melhorados a fim de elevar os níveis mínimos de segurança atualmente exigidos pela legislação em vigor.

RELATÓRIO FINAL – Veja o documento
SHIS – QI 05 – Área Especial 12 – LAGO SUL – Brasília – DF – CEP: 71615-600 – PABX: (61) 3364-8802 – FAX: (61) 3365-1004

Como Resolver Problemas Complexos … an open way of talking … 2009/01/26

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Como resolver problemas complexos, tradução Ana Gibson, São Paulo, Editora Senac, 2008

Título original: “Solving tough Problems: an Open Way of Talking, Listening, and Creating New Realities. Barret-Koehler Publishers, San Francisco. Sociologia 303.69

Parte I – Problemas Complexos
» Existem apenas uma resposta certa, 31
» Olhando o Mundo, 39
» A Opção Milagrosa, 47

Parte II – O Falar
» Estancando, 73
» Dando Ordens, 79
» Falando Cortesmente, 89
» Manifestando-se, 97
» Somente Falar, 107

Parte III – O Escutar
» Abertura, 115
» Reflexividade, 123
» Empatia, 135

Parte IV – Criando Novas Realidades
» Rompendo a Casca do Ovo, 145
» Punho Cerrado, Palma aberta, 159
» A Ferida que quer ser uma totalidade una, 167

Conclusão
» Caminho Aberto, 187
» Bibliografia, 193
VANDER HEIJDEN, KESS SCENARIOS: THE ART OF STRATEGIC CONVERSATIONS, WEST SUSSEX: JOHN WILEY, 1996;
SCHWARTS, PETER THE ART OF THE LONG VIEW: PLANNING FOR THE FUTURE IN AN UNCERTAIN WORLD, NY, CURRENCY, 1996;
SENGE, PETER et al. (orgs) The Fifth Discipline FieldBook: Strategies and Tools for building a learning organization, NY, DOUBLEDAY, 1994. [Editora Best Seller, RJ {Quinta Disciplina}] (*livraria da villa al. lorena, 1731, 3062-1063 setor encomendas)
SENGE, PETER The Dance of change: The challenges of Sustaining Momentum in learning organization;
PRUITT, BETTYE (org) Civic Scenario / Civic Dialogue, workshop, NY, U.N. Development Program Regional Bureau for Latin America and the Caribbean, 2000;
PUTMAN, ROBERT, Bowling Alone; The collapse and revival of american comunity, NY, SIMON & SCHUSTER, 2001;
REASON, PETER & BRADBURY, Hilary (orgs). HandBook of Action Research Thousand OAKS, Sage, 2001
ACKOFF, RUSSEL Redesign the Future: A System Approach to Societal Problems, NY, John Wiley & Sons, 1974

ARQUISELIN n+1 2009/01/26

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by Gilberto dos Santos Alves

transcrito dos registros publicados sbpc 1989

Nos últimos anos, o acesso à informação e ao documento tem sido indispensável para o desenvolvimento das atividades didáticas e de pesquisa. Dado o crescente número de publicações nas várias áreas do conhecimento, têm sido buscadas novas formas de tratamento informatizado que possibilitem o gerenciamento do elevado número de dados bibliográficos. Complementarmente, têm sido intensificados os estudos com vistas ao tratamento da informação por meio de técnicas documentárias, ou seja a catalogação (análise descritiva do documento), e da indexação de assuntos (análise temática).

Quanto à ánalise descritiva do documento, existem as normas e os códigos, usados em nossas bibliotecas, como é o caso da AACR2 (código de catalogação anglo-americana 2). Já para a análise temática têm sido criados tesauros e vocabulários básicos, que possibilitam a indexação, no exterior, o uso da informática tem originado tratamento rápido e eficiente da informação, bem como tem gerado inúmeras bases ou bancos de dados. Em nosso país, poucas bibliotecas, geralmente na área de Ciências da Saúde, possuem acertos tratados corretamente do ponto de vista da entrada e recuperação da informação.

A faculdade de filosofia, letras e ciências humanas possui um dos maiores acertos bibliográficos da Universidade de São paulo, no entanto, grande parte desse material ainda está por receber tratamento técnico para ser colocado à disposição dos usuários. Em lingüística, por exemplo, boa parte do material precisa ser submetido ao tratamento informatizado do ponto de vista da catalogação e, principalmente, da indexação, para que o acesso à informação e ao documento possa ser realizado de forma rápida e eficiente.

Nessa perspectiva, surgiu o Projeto ARQUISELIN I, Arquivos de Semiótica e Lingüística, parte I. A idéia nasceu de um arquivo bibliográfico de Lingüística e Semiótica, Informatizado, que a Prof.ª Irenilde possuía. Tomou corpo a partir dos colóquios de orientação e pesquisa, realizados pela referida professora. O projeto foi efetivamente iniciado em setembro de 1988. Não conta ainda com o auxílio de nenhuma agência financiadora, e vem sendo desenvolvido pelos seguintes integrantes do Departamento de Lingüística: Profa Dra. Irenilde Pereira dos Santos (coordenadora), Prof. Edgard José Casaes, os pós-graduandos Vlademir Yrigoyen, Regina Helena Pires e Rita Maria Lino e o aluno de graduação Gilberto dos Santos Alves.

O projeto é constituído de um software, desenvolvido em linguagem COBOL, em três módulos: 1) base de dados bibliográficos de Semiótica e Lingüística; 2) sistema de consulta; e 3) sistema de geração de relatório.

O primeiro módulo consta de um levantamento bibliográfico de Semiótica e Lingüística, feito inicialmente junto à Biblioteca da FFLCH, Biblioteca de Pós Graduação da Puc-SP, Biblioteca União Cultural Brasil-Estados Unidos de SP, abrangia apenas: Sociolingüística, Psicolingüística, Semiótica e Lingüística Geral. Posteriormente, o levantamento bibliográfico ficou restrito ao acervo da Biblioteca de Letras da USP e passou a cobrir os demais campos da Lingüística.

O segundo módulo – sistema de consulta, consiste em um menu a partir do qual se pode acessar 1-autor; 2-título; 3-tradutor e 4-palavra(s)-chave. O acesso ao último item ainda é precário e não extensivo a todos os registros, porque faltam vocabulários básicos e tesauros na área.

O terceiro módulo – “sistema de geração de relatório”, permite a elaboração de listagens das obras do arquivo, em sua totalidade ou por determinado(s) campo(s).

Quanto à parte técnica da concepção do software, pode-se dizer que sua organização é relacional, ou seja os arquivos encontram-se interligados, permitindo que, a partir da combinação de campos, sejam gerados vários tipos de tela. Tal procedimento proporciona um leque maior de opções ao usuário, ao mesmo tempo que prevê novas concepções de sistema, tais como: abertura de novos campos e modificações de lay-out. A geração de informações independe do hardware, que no mínimo deve ser um PC, com 256Kb de RAM e apresente winchester de 5Mb.

No momento o projeto funciona apenas em caráter experimental e os primeiros resultados foram apresentados em dois congressos anteriores. No entanto para que possa ser implementado plenamente, há de necessidade de: 1) recursos de informática à disposição exclusiva do projeto. Os membros da equipe utilizam as dependências da Comissão de Informática da FFLCH-USP para elaboração do projeto e o usuário ainda não pode ser atendido; 2) estudos aprofundados com vistas à elaboração de um vocabulário básico de temas e, futuramente, um tesauro em Semiótica e Lingüística. Esse item deverá constituir-se em outro projeto; 3) auxílio de uma agência financiadora.

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transcrito dos registros publicados sbpc 1989

ainda este mês teremos continuidade tecnológica deste arquivo