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+1 pouco da história aviação no Brasil 2016/08/31

Posted by gsavix in airbus 300, varig, vasp, aviação brasileira anos 70,, Memorando.
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memoria-rio-de-janeiro-anos-70
Como hoje ficamos livres da principal algoz da Varig (Dona Dilma que era ministra chefe da casa civil em 2006), encaminho para você essa verdadeira enciclopédia publicada pela Airbus [1] onde no filme existente, conseguirá ver como nos anos 70 o rio de janeiro, foz do iguaçu aparecem nas imagens (lembre-se que além da Varig os hotéis da rede Tropical também tinham participação na intensa atividade de infra-estrutura aeronáutica) e eram muito bem conceituados no mundo inteiro.
Perceba as inserções que a Airbus fez, sempre demonstrando a importância já desde essa época para o mercado turístico e econômico, ao apresentar o rio de janeiro, ao lado de Chicago, Nova Iorque outras cidades pujantes da época (lembre-se que na época o hub para saídas ao exterior era o galeão RJ) São Paulo tinha algumas operações a partir de Campinas Viracopos.
Veja que além da Varig, a Vasp também apresentava excelentes resultados sendo empresas de vanguarda (Varig e Vasp) em pleno investimento colocando em serviço os primeiros Airbus que vieram ao brasil.
Veja que já nessa época o governador (Paulo Maluf) voava para viagens internacionais nos aviões da Vasp, com total “checked” autorizações para partidas e chegadas diretamente de Congonhas e utilizando aviões da Vasp.
Veja a que ponto chegamos! Da decadência da pujança. Como estamos hoje?
Mas encaminho esse link para você ver como as indústrias e instituições organizam o conhecimento, a enciclopédia, que espero também poder ter não só os brilhantes discursos do Rui Barbosa, nas digitalizações da biblioteca nacional, mas também a profícua história da indústria brasileira e paulista.
É uma pena realmente, que liderando a Fiesp, esteja alguém com a limitação do (modelo mental) exibido diariamente do sr Paulo Skaf, que parece estar brincando de pique-esconde-bate-lata na condução de uma organização tão vital para o Brasil.
Espero que a partir de hoje possamos tomar outro rumo em nossas vidas.
Atenciosamente.

regras de inferência – auto aprendizado 2016/08/11

Posted by gsavix in aprendizado, axiomas, demonstração regras de inferência, método axiomático, Memorando, open source computer, rexx, sistema hipotético dedutivo, Sistemas Computacionais.
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São Paulo, 11 de agosto de 2016

gsavix@gmail.com

Partindo do programa animal.rex que está disponível no link

http://pastebin.com/ehZppAhW

Caso queira acionar o mode depurar (debug) basta inserir na

Linha 3 do programa o comando trace r

Para fazer trace dos resultados de cada linha do programa animal.rex

Vamos entender um exemplo básico de aprendizado de regras de inferência, bem rudimentares apenas para entendermos o que isso é.

passo 1 – baixar e descompactar o arquivo regina rexx do link ao lado

https://sourceforge.net/projects/regina-rexx/files/regina-rexx/3.9.1/Regina391w32.zip/download

em nosso exemplo estamos descompactando o arquivo zip para a pasta

C:\d16down\Regina391w32

C:\d16down\Regina391w32>dir

26/01/2001  08:12            25.842 COPYING-LIB

06/04/2015  19:42            23.782 de.mtb

11/08/2016  12:56    <DIR>          demo

11/08/2016  12:56    <DIR>          doc

06/04/2015  19:42            20.875 en.mtb

06/04/2015  19:42            23.683 es.mtb

11/08/2016  12:56    <DIR>          include

11/08/2016  12:56    <DIR>          lib

06/04/2015  19:42            20.925 no.mtb

06/04/2015  19:42            22.822 pl.mtb

06/04/2015  19:42            22.677 pt.mtb

04/04/2015  15:18               255 README391.txt

06/09/2012  14:27             7.576 READMEW32.txt

05/04/2015  09:46           525.312 regina.dll

05/04/2015  09:46            39.424 regina.exe

04/04/2015  18:25           223.232 regutil.dll

05/04/2015  09:46           459.776 rexx.exe

05/04/2015  09:46            84.480 rxqueue.exe

05/04/2015  09:46           115.712 rxstack.exe

06/04/2015  19:42            22.602 sv.mtb

06/04/2015  19:42            26.194 tr.mtb

              17 arquivo(s)      1.665.169 bytes





passo 2 – windows deve localizar arquivo Regina rexx executável

 

através do painel de controle da linha de comando adicionar a pasta onde está o regina391w32 na variável %path%

set %path%=%path%;C:\d16down\Regina391w32

pronto isso fará com que o windows consiga executar o comando rexx ou regina

em seu computador

 

passo 3 – vá para diretório onde está o pgm animal.rex em português

 

cd c:\d16down\animal\

execute o programa animal rexx através do comando

C:\d16down\animal\rexx animal.rex

============================================

| Programa animalptbr.rexx                  |

| Por motivos diversos recomendamos         |

| Nao usar caracteres acentuados            |

| apenas caracteres ascii e numeros         |

| responda S para sim                       |

| responda N para nao                       |

| responda caracteristica ou nome do animal |

| responda nome de arquivo para salvar      |

=============================================

Pensando em elefante?

n

HHHMMM, Pensando em …?

gato

Qual pergunta permite diferenciar entre gato e  elefante:

mia

Qual resposta (S ou N) para gato?

s

Continuar deduzindo (S ou N)?

n

Informe arquivo para salvar (deixar em branco para NAO salvar!)?

conhece

 

C:\d16down\animal>dir

 

11/08/2016  12:26    <DIR>          .

11/08/2016  12:26    <DIR>          ..

11/08/2016  12:27                46 conhece

1 arquivo(s)             46 bytes

C:\d16down\animal>type conhece

BASE=”mia”

BASE.S=”gato”

BASE.N=”elefante”

 

 

passo 4 – veja como ficou o conteúdo do arquivo conhece, acima.

 

apenas para garantir, faça um backup/copia do arquivo conhece para conheceb1

 

C:\d16down\animal>copy conhece conheceb1

1 arquivo(s) copiado(s).

 

C:\d16down\animal>dir

O volume na unidade C é brzdc7900_C

O Número de Série do Volume é EA78-F732

 

Pasta de C:\d16down\animal

 

11/08/2016  12:32    <DIR>          .

11/08/2016  12:32    <DIR>          ..

11/08/2016  12:24             2.800 animal.rex

11/08/2016  12:27                46 conhece

11/08/2016  12:27                46 conheceb1

3 arquivo(s)          2.892 bytes

 

passo 5 – vamos agora reexecutar o programa animal.rex

 

porem usando a base de conhecimento conhece. perceba que a primeira pergunta

é diferente, ou seja o sistema leva em conta o conhecimento encontrado.

C:\d16down\animal>rexx animal.rex conhece

============================================

| Programa animalptbr.rexx                  |

| Por motivos diversos recomendamos         |

| Nao usar caracteres acentuados            |

| apenas caracteres ascii e numeros         |

| responda S para sim                       |

| responda N para nao                       |

| responda caracteristica ou nome do animal |

| responda nome de arquivo para salvar      |

=============================================

mia

n

Pensando em elefante?

n

HHHMMM, Pensando em …?

cachorro

Qual pergunta permite diferenciar entre cachorro e  elefante:

late

Qual resposta (S ou N) para cachorro?

s

Continuar deduzindo (S ou N)?

s

mia

n

late

s

Pensando em cachorro?

s

Legal!!!

Continuar deduzindo (S ou N)?

n

Informe arquivo para salvar (deixar em branco para NAO salvar!)?

conhece

 

C:\d16down\animal>type conhece

BASE=”mia”

BASE.S=”gato”

BASE.N=”late”

BASE.N.S=”cachorro”

BASE.N.N=”elefante”

 

passo 6 – veja como ficou o conteúdo do arquivo conhece

agora com gato, cachorro, veja que do elefante ainda não sabemos nada, mas

deduzimos que não late, nem mia.

 

 

passo 7 – vamos executar o animal.rex partindo dessa base

Vamos adicionar um rato aí mesmo, veja que rexx e regina nesse caso são sinônimos

 

C:\d16down\animal>regina animal.rex conhece

============================================

| Programa animalptbr.rexx                  |

| Por motivos diversos recomendamos         |

| Nao usar caracteres acentuados            |

| apenas caracteres ascii e numeros         |

| responda S para sim                       |

| responda N para nao                       |

| responda caracteristica ou nome do animal |

| responda nome de arquivo para salvar      |

=============================================

mia

n

late

n

Pensando em elefante?

n

HHHMMM, Pensando em …?

rato

Qual pergunta permite diferenciar entre rato e  elefante:

roe

Qual resposta (S ou N) para rato?

s

Continuar deduzindo (S ou N)?

s

mia

n

late

n

roe

s

Pensando em rato?

s

Legal!!!

Continuar deduzindo (S ou N)?

n

Informe arquivo para salvar (deixar em branco para NAO salvar!)?

conhece

 

C:\d16down\animal>type conhece

BASE=”mia”

BASE.S=”gato”

BASE.N=”late”

BASE.N.S=”cachorro”

BASE.N.N=”roe”

BASE.N.N.S=”rato”

BASE.N.N.N=”elefante”

 

passo 8 – veja acima como está nossa base de conhecimento com o rato.

 

Captou a lógica inerente a esse programa de inferência.

como instalar python sphinx 2016/07/26

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Microsoft Windows [versão 6.1.7601]
Copyright (c) 2009 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

C:\Users\usradm>python -V
Python 2.7.12

C:\Users\usradm>pip install sphinx
Collecting sphinx
  Downloading Sphinx-1.4.5-py2.py3-none-any.whl (1.6MB)
    100% |################################| 1.6MB 183kB/s
Collecting imagesize (from sphinx)
  Downloading imagesize-0.7.1-py2.py3-none-any.whl
Collecting Jinja2>=2.3 (from sphinx)
  Downloading Jinja2-2.8-py2.py3-none-any.whl (263kB)
    100% |################################| 266kB 284kB/s
Collecting docutils>=0.11 (from sphinx)
  Downloading docutils-0.12.tar.gz (1.6MB)
    100% |################################| 1.6MB 196kB/s
Collecting babel!=2.0,>=1.3 (from sphinx)
  Downloading Babel-2.3.4-py2.py3-none-any.whl (7.1MB)
    100% |################################| 7.1MB 86kB/s
Collecting six>=1.4 (from sphinx)
  Downloading six-1.10.0-py2.py3-none-any.whl
Collecting colorama>=0.3.5; sys_platform == "win32" (from sphinx)
  Downloading colorama-0.3.7-py2.py3-none-any.whl
Collecting Pygments>=2.0 (from sphinx)
  Downloading Pygments-2.1.3-py2.py3-none-any.whl (755kB)
    100% |################################| 757kB 240kB/s
Collecting snowballstemmer>=1.1 (from sphinx)
  Downloading snowballstemmer-1.2.1-py2.py3-none-any.whl (64kB)
    100% |################################| 71kB 287kB/s
Collecting alabaster<0.8,>=0.7 (from sphinx)
  Downloading alabaster-0.7.9-py2.py3-none-any.whl
Collecting MarkupSafe (from Jinja2>=2.3->sphinx)
  Downloading MarkupSafe-0.23.tar.gz
Collecting pytz>=0a (from babel!=2.0,>=1.3->sphinx)
  Downloading pytz-2016.6.1-py2.py3-none-any.whl (481kB)
    100% |################################| 481kB 235kB/s
Installing collected packages: imagesize, MarkupSafe, Jinja2, docutils, pytz, babel, six, colorama, Pygments, snowballst
emmer, alabaster, sphinx
  Running setup.py install for MarkupSafe ... done
  Running setup.py install for docutils ... done
Successfully installed Jinja2-2.8 MarkupSafe-0.23 Pygments-2.1.3 alabaster-0.7.9 babel-2.3.4 colorama-0.3.7 docutils-0.1
2 imagesize-0.7.1 pytz-2016.6.1 six-1.10.0 snowballstemmer-1.2.1 sphinx-1.4.5

C:\Users\usradm>

Tchau Querida! 2016/05/01

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Na boa presidente Dilma, peça para sair.

Tchau Querida! Dilma vai para casa.

tchau querida! Presidente Dilma, seus eleitores não te querem mais. Já eu não votei em você!

 

Três Pulinhos no Tablet Acer Iconia One 7 2015/06/06

Posted by gsavix in computador portátil, Computadores, debug android, dedução, Doc, Memorando, open source computer, organização do conhecimento, organização do raciocínio dedutivo, sistema hipotético dedutivo, Sistemas Computacionais.
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Se você também é mais um dos milhares de consumidores que comprou um tablet acer esses vendidos em “Baciada” olhou a caixinha e viu escrito intel inside olhou que é versão 4.4.2 LollyPop, viu que tem bluetooth, 8 gigabytes de memória e decidiu comprar o Acer B1-730.

Agora chegou em casa viu que assim como outros equipamentos essa galera da acer também instalou vários aplicativos úteis e vários inúteis, chegou a conclusão
que quer desintalar os inúteis, tentou desinstalar e não conseguiu.

Aí sentiu aquela sensação, “xi vou ter que engolir!”

Ah não! essa não! me disseram que o Android era um sistema operacional livre!

Após uma rápida pesquisa na internet descobriu que para excluir aplicações consideradas inúteis você precisa assumir poderes de super-usuário ou superusuário ou mesmo super usuário.

Descobriu que no linux normal você usa: sudo passwd e basta informar a nova senha do super user root.

Ah! simples! vamos nessa!

Pegou o cabo usb conectou na seu computador com o sistema operacional do bill gates e recebeu uma mensagem dizendo que seu equipamento foi reconhecido pelo windows e que você deve colocar o seu recém adquirido tablet android 4.4.2 no modo “usb debug” modo esse que pode ser encontrado dentro
do menu desenvolvedor.

Ora bolas! toda essa conversa para explicar que o menu do desenvolvedor fica oculto!

Putz! como acessar então? Simples! siga essas instruções gentilmente colocadas no site da acer do reino unido e você conseguira finalmente acessar o menu desenvolvedor para colocar a usb em modo debug!

Ah! façam-me o favor né! Não basta terem configurado meu tablet como idioma padrão francês ainda mais essa receitinha dos 7 tapinhas no menu “sobre meu tablet”

Enable Developer Options on Android 4.2 and later

How do I enter the Developer options menu on my Android tablet or phone running 4.2 or later?

The Developer options menu will give you access to USB debugging mode and other developer options.

Use the following steps to to gain access to the Developer options menu.

Go to Settings.
Scroll down and select the About tablet or About phone option.
Scroll down to the Build number and tap it seven times.
You will see a confirmation message and the Developer options menu will appear on the left.

O que é streamer ou GStreamer 2013/09/21

Posted by gsavix in fonologia, mídia, Memorando, streaming de media pela web, vlc player para web.
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GStreamer é um “framework” ou módulo para desenvolvimento de aplicações que lidam streams multimedia, como áudio e vídeo.
Foi escrito em linguagem C e é baseado em GObject. O GStreamer fornece o serviço de multimídia dos alicativos (software), como tocatores, editores de vídeo, streaming de mídia e mídia players e em conjunto com um bom servidor de web permite que você ouça e assista em tempo real a uma transmissão que pode ser originada em uma camera ip ou em uma camera de alta resolução (High Definition). GStreamer é multiplataforma, sendo possível utilizá-lo sobre Linux (x86, PowerPC e ARM), Solaris (x86 e SPARC), Mac OS X, Microsoft Windows e OS/400 ou até mesmo em aplicativos executados em main-frame.
GStreamer é software livre, licenciado sob GNU GPL.

O ambiente de desktop GNOME é o utilizador original da tecnologia GStreamer, sendo incluído desde a versão 2.2. GStreamer também é utilizado em dispositivos embarcados, dispositivos móveis como seu tablet ou celular.

GStreamer utiliza uma arquitetura de plugins que faz com que o GStreamer funcione com as mais diversas bibliotecas e protocolos de mídia, como MP3, MP4, FLV, OGG (padrão aberto escolhido pelo HTML5) e usado pelo youtube e outros principais provedores.
Existem interfaces com diversas linguagens de programação como Python, C++, Perl, Ruby, etc.

Um grupo de vanguanda que cuida do desenvolvimento e evolução de interfaces Gráficos, chamado KDE, expandiram conceitos de streamer de mídia e criaram o Phonon, um “wrapper” para diversos frameworks, incluindo GStreamer1.

abaixo incluo o manual vigente em setembro de 2013 com alguns conceitos e referências sobre gstreamer.

Manual Referência sobre Gstreamer

Lendo Euclides por Beppo Levi 2013/09/03

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A matemática e a geometria sob um olhar renovador.

Editora Civilização Brasileira – Rio de Janeiro – 2008
(um selo da editora record ltda)

Tradução do espanhol (Leyendo a Euclides)

Ao publicar sua monumental obra Elementos, Euclides de Alexandria (360 a.C. a 295 a.C.), criador da geometria euclidiana, tornou-se o mais importante matemático da Antiguidade greco-romana e talvez de todos os tempos.

A obra abrange toda a aritmética, a álgebra e a geometria conhecidas até então no mundo grego, sistematiza o conhecimento geométrico dos antigos e intercala os teoremas já conhecidos com a demonstração de muitos outros, que completam lacunas e dão coerência e encadeamento lógico ao sistema que ele criou.

Em Elementos, Euclides introduziu o formato (ou método) axiomático, que é, em grande medida, o paradigma do modo de operar da razão matemática. Seus axiomas cristalizaram uma estética quase imperativa para essa razão: a estética do equilíbrio delicado entre simplicidade e alcance, entre o mínimo de pressupostos e o máximo de consequências deriváveis. A genialidade do modelo euclidiano reside em que a partir de noções elementares como ponto, reta, círculo e juntamente com apenas cinco axiomas, é possível desenvolver análises que abrangem toda a geometria clássica.

Beppo Levi escreveu “Lendo Euclides” em 1947, e já nesta época era reconhecido na comunidade científica como alguém que formulou as bases do ensino claro e do respeito pela investigação científica, na qual deve prevalecer o rigor lógico. Seu objetivo era atrair a atenção dos leitores não matemáticos para o estudo dos conceitos fundamentais da geometria e da filosofia por meio da reflexão e da análise cuidadosa de Elementos. Neste livro não é o matemático profissional quem escreve, mas o estudioso que transmite sua paixão pela matemática, pela história e pela filosofia. Ao fazer essa leitura e vem a tona a reflexão de um diálogo que atravessa mais de vinte e dois séculos e permite aprender Euclides com olhos modernos. Os leitores terão a oportunidade de reaprender a geometria pelas mãos de um célebre matemático.

Beppo Levi nasceu em Turim, na Itália, em 1875. Doutorou-se em 1896, com apenas 21 anos e a partir de 1906 foi professor nas universidades de Cagliari, Parma e Bolonha. em 1938, devido à perseguição anti-semita do regime fascista de Mussolini, teve de emigrar com sua família. estabeleceu-se na cidade de Rosario, na Argentina, onde viveu até sua morte em 1961. Lá fundou o Departamento de Matemática da Universidad Nacional del Litoral – que hoje leva seu nome – e influenciou na formação de grandes cientistas argentinos.

Euclides dois mil anos depois

Entre diversas coisas, conjecturou e demonstrou que existem infinitos números primos (indivisíveis). Ganhou a vida dando aulas de matemática a curiosos, desejosos de aprender para saber, não para fazer. Conta a tradição que quando um aluno novato lhe perguntou que proveito material poderia obter com o estudo da matemática, Euclides teria chamado seu escravo e lhe teria dito: “Dê uma moeda de ouro a esse infeliz, já que ele pensa que deve ganhar para aprender”.

É muito possível que Euclides tenha estado conectado com o Museu de Alexandria, visto que nesse instituto estatal de investigações científicas e humanísticas se havia congregado a flor e a nata da intelectualidade da época. Os pesquisadores do Museu recebiam salários do tesouro real para produzir conhecimentos que raras vezes tinham aplicação prática. Só formavam e proviam cérebros curiosos e engenhosos, a começar pelos próprios. Quantos estadistas do nosso século entendem que o conhecimento básico é o mais útil, por ser utilizável em múltiplos campos?

A principal obra de Euclides, intitulada Elementos, é o livro antigo mais estudado da História. Reúne e sistematiza os conhecimentos geométricos de seu Tempo. Por isso já se disse que Euclides não foi original: apenas compilou invenções alheias. Os que repetem essa tese desconhecem que Euclides construiu a primeira teoria propriamente dita registrada pela História, o sistema Hipotético-Dedutivo. Antes dele, a matemática era um amontoado de resultados soltos; a partir dele, foi se convertendo em um conjunto de sistemas relacionados entre si.

Euclides introduziu explicitamente o formato (também chamado método) axiomático, que consiste em começar listando os conceitos básicos e os postulados – ou seja, ideias não deriváveis de outras ideias no mesmo sistema – e derivar (definir ou deduzir) os demais a partir deles.

A axiomática serve de parâmetro para a organização racional e econômica de qualquer corpo de conhecimentos, sejam matemáticos, físicos, econômicos, filosóficos ou outros. Spinoza, por exemplo, a utilizou em sua grande obra “Ética”. Hoje, os filósofos a empregam para esclarecer, sistematizar e provar ideias em qualquer ramo da filosofia.

David Hilbert, no final do século XIX, exaltou e advertiu para as virtudes da axiomática. Utilizou-a em matemática e em física, e a tornou seu cânone (Hilbert, 1918). Entre estas virtudes figuram as seguintes:

– economia
– aceleração da dedução
– facilitação do exame de coerência lógica
– esclarecimento de suposições
– individualização dos conceitos básicos ou primitivos (definidores) e busca de fundamentos cada vez mais profundos.

Essas virtudes tornam quase plausível a anedota segundo a qual Blaise Pascal, aos 14 anos, teria reconstruído por sua própria conta a maior parte da geometria euclidiana a partir de seus postulados.

No entanto, o método axiomático pode enganar, ao sugerir que basta um sistema de axiomas para deduzir todos os teoremas em um campo definido. De fato, salvo nos casos das consequências imediatas (corolários), é preciso agregar suposições, tais como construções, exemplos ou lemas (proposições tomadas de campos fronteiriços). Por exemplo para provar que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a dois ângulos retos, convém começar traçando uma reta paralela a um dos lados. Outros teoremas euclidianos requerem outras construções (ad hoc) mais ou menos engenhosas. Talvez por esse motivo Einstein, já famoso e sempre muito ocupado, tenha se dado ao trabalho de escrever uma carta ao psicólogo Wertheimer expondo duas provas diferentes do teorema geométrico do antigo Menelau. [minha anotação: também Einstein trabalhando por muitos anos no escritório de patentes na Suiça, deve ter visto, lido, analisado centenas de tratados, teoremas, ideias, roteiros, etc].

Isso, junto com sua sistemática e seu rigor lógico, faz com que o estudo da geometria euclidiana seja possivelmente mais formativo do que o da geometria analítica ou o do cálculo infinitesimal. Essas teorias possuem algoritmos (regras) que podem se aplicar uniformemente e, em muitos casos, mecanicamente. Esse, além da inércia secular, é um dos motivos que os Elementos se tornou um dos livros mais difundidos em todo mundo durante dois milênios. Seu estudo exige tanto engenho e empenho quanto rigor. Forma tanto matemáticos quanto advogados.

A lógica da geometria de Euclides, em particular sua sistemática e coerência, continua suscitando admiração. Não causa surpresa que um matemático moderno como Beppo Levi lhe tenha dedicado um estudo profundo ainda que sem a carga erudita habitual. Nem é de se estranhar, também, que este livro do matemático ítalo-argentino desperte a curiosidade de leitores contemporâneos.

Beppo Levi (1875-1961) foi um matemático tão versátil como distinto. Mesmo tendo trabalhado principalmente com geometria algébrica, fez importantes incursões em outros campos, tais como a análise matemática, a teoria dos números, a teoria dos conjuntos, a lógica e a dialética da matemática. Semelhante universalidade é inconcebível hoje em dia, em parte porque se sabe muitíssimo mais, em parte porque se superestimam a especialização, sem reparar que as fronteiras entre as disciplinas são, em grande medida, artificiais.

Afirma-se que, entre 1897 e 1909, Levi participou ativamente em todos os novos desenvolvimentos da matemática da época (Schappacher e Schoof, 1996). Seu nome aparece associado, direta ou indiretamente, aos nomes de quase todos os grandes matemáticos de seu tempo, entre outros, Hilbert, Lebesgue e Poincaré. Além disso suas contribuições pertencem à pré-história de vários ramos da matemática que emergiram depois de Levi.

Entre outras coisas, Levi talvez tenha sido o primeiro a formular explicitamente e a criticar o axioma da escolha, usualmente atribuído a Zermelo (Moore, 1982). Descobriu que estava sendo utilizado tacitamente em muitas demonstrações matemáticas (tal axioma continua sendo motivo de estudos). Mas Levi é bem mais conhecido pelo lema que leva seu nome, e que se refere a integrais de sucessões monótonas de funções. Também é conhecido por seu estudo, mais importante, de singularidades de superfícies algébricas.

Ironicamente, esse grande homem tem sido considerado o matemático mais baixinho do século. Era corcunda, tinha uma voz estridente e era casado com uma mulher linda, com quem teve três filhos, entre eles Laura, a física da família. Embora Levi não tenha passado no exame de pureza racial, viveu muito mais anos, comportou-se muitíssimo melhor, concebeu e criou mais filhos e mais ideias que seu perseguidor.

A legislação anti-semita promulgada pelo governo fascista italiano em 1938 privou Levi de sua cátedra em Bolonha e o obrigou a emigrar junto com a família. Aos 64 anos de idade, recomeçou a vida: veio parar no ramo de Rosario da Universidade Nacional do Litoral. Isso se deveu à gestão de seu ilustrado reitor, o engenheiro Cortés Plá, e do matemático Julio Rey pastor, grande incentivador da ciência na Argentina e na Espanha.

Em sua nova Pátria, Levi fez um pouco de tudo. Deu cursos para estrangeiros; em 1940, fundou e dirigiu o Instituto de Matemática e sua revista , Mathematicae Notae; estimulou os poucos jovens que se interessavam pela Matemática pura; participou de reuniões de físicos; continuou cultivando as humanidades e inclusive encontrou tempo para responder algumas questões matemáticas formuladas por alunos e colaboradores.

Aprenderão com este livro a ver Euclides e inclusive seu mestre Platão, através dos olhos modernos.

Mario Bunge
Foundations and Philosophy of Science Unit
MCGill University, Montreal

Referências bibliográficas:

– Hilbert, D. “Axiomatisches Denken”, in Gesammelte Abhandlungen, vol. 3. Berlim: Julius Springer, 1918.

– Moore, G. E. Zermelo’s Axioms of Choice. Nova York: Springer-Verlag, 1982.

– Schappacher, N. e Schoof, R. “Beppo Levi and the arithmetic of elliptic curves”, in The Mathematical Intelligencer 18: 57-69, 1996.

adaptado por Gilberto dos Santos Alves
com base em livros e artigos da Biblioteca de São Paulo – agosto de 2013.

Tributo para a Linguística e Chomsky 2013/04/28

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Como traduzir em palavras para alguém que me pergunta:

O que a Linguística tem a ver com ciência da Computação?

Realmente não é intuitivo explicar que na Universidade de São Paulo existe a Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas que possui um Departamento de Linguística que foi criado nos anos 198X.

Mas acontece que este departamento entre outros conhecimentos fundamentais para qualquer pessoa que pretenda entender ou pouco mais sobre ciência, pesquisa e ensino, também cuida da Fonologia, da Morfologia Semântica e Sintática, da Semiologia e diversas outras disciplinas que são vitais para auxiliar na compreensão do pensamento, da transmissão e recepção de mensagens, a desconstrução de modelos lógicos semânticos ou sintáticos; resumindo algo a ver com lógica sem a qual não é possivel compreender, aprender nem transmitir conhecimento.

Desde a graduação em linguística quando passei a saber da existência de Noam Chomski, Ferdinand de Saussire, Roland Barthes   entre outros, o ponto de vista sobre linguagens de computação que até então eu usava para construir aplicações e sistemas, como Cobol, RPG, Fortran, Assembler, Algol, REXX passaram a compor uma outra dimensão.

Como entender a lógica aplicada na linguagem humana, seja ela escrita, falada, representada em uma peça teatral, uma novela apresentada em capítulos, um folhetim ou um filme que tem a magia de transformar uma sala de cinema em outro lugar?

Como decifrar o conhecimento existente nessa lógica de apresentar algo?

Como a propaganda consegue usar e abusar desse conhecimento passando ao largo da lei, da ética ou de qualquer barreira cultural?

Logo nas primeiras aulas para minha frustração um eminente professor do departamento desmontou minhas pretensões de fazer qualquer paralelo entre a linguística que em sua visão deveria ser usada apenas para compreender a linguagem humana e não serviria para captar ou compreender ou modelar a linguagem usada nos computadores.

Demorei mais de cinco anos até encontrar documentação de ponta sobre o conceito das linguagens simbólicas como a linguagem assembler usada para abstrair qualquer coisa, macros que permitiam apenas com algumas instruções e parâmetros produzir “objetos” que poderiam ser qualquer coisa ou classe. Ainda no final dos anos 80 tomei contato com a linguagem C++ orientada a objeto que nos permitia modelar classes, hereditariedade, polimorfismo, métodos, acoplamentos entre outras propriedades ou atributos.

Isso me permitiu compreender toda a gramática sintática e semântica que os engenheiros projetistas de linguagens e não sómente codificadores de sistema precisaram construir para permitir que através da linguagem C++ fosse possivel escrever uma solução para uma aplicação de computador e que esta poderia com muito menor esforço do que o requerido pelos programas em linguagem assembler.

Assim conheci a linguagem SmallTalk que já existia desde o pós segunda-guerra mas que para nós que escreviámos aplicações comerciais, financeiras ou muito triviais parecia não utilizável.

Quando passei a me interessar mais pela estrutura de uma aplicação para entender os pontos que não apresentam uma boa performance e são considerados como “gargalos” pois impedem maximizar recursos de computação, transmissão ou recepção (hoje usando a internet), processos sincronos, assíncronos, recuperação semântica ou fonética percebi que as disciplinas que lidam com a lógica, matemática, modelos gramaticais e semânticos passam a ter uma importância que pode definir se uma aplicação será um sucesso comercial e econômico gerando ganhos para as empresas que a utilizam.

Logo pude encontrar os conectores de aplicações ou API que permitem a conexão de diferentes aplicações e funcionalidades permitindo o aproveitamento de aplicações estáveis mas que não possuiam a capacidade de interagir com as novas gerações de aplicativos.

Faz algum tempo já encontrei alguns artigos que permitem ilustrar minhas desconfianças sobre usar intensamente a linguística para criar, modelar, documentar procedimentos executados por humanos ou não chamados workflow. Um certo tipo de sequênciamento de procedimentos permitindo mapear, custear, modificar recursos alocados a cada etapa do procedimento.

Muitas novas linguagens como por exemplo HTML, XML, JSON, JAVA, , WSDL, PL/SQL para os bancos de dados, Perl, PHP, Python, BPEL, BPMN, WS-BPEL (usada para especificar serviços na web), Máxima e WxMáxima escritos em Lisp que permitem a modelagem matemática muito rápida e principalmente sendo software livre GPL

Apresentarei dentro de semanas uma tradução que demonstra esses conceitos iniciais, a partir de uma tradução de um artigo de Aaron Maxwell do sítio eletrônico url: http://redsymbol.net/articles/svg-markup-chomsky/ que tão bem ilustra isso.

Enquanto isso apresento o artigo original em inglês:

SVG, Markup Languages and the Chomsky Hierarchy

A fascinating correspondence between markup languages and the theory of computation

Note: This is an incomplete draft.

Software development sometimes seems divorced from the theory of computer science. Certainly being good with math does not automatically make one a great coder, and vice versa; some different skills and personality traits are required.

Deep down, however, there are certainly places where the two worlds intersect. Some friends and myself came across one recently, at the intersection of two roads: gritty, practical XML markup languages, and the Chomsky Language hierarchy.

SVG is such a markup language. It’s an XML specification of 2D vector graphic images, which can be rendered directly or converted to other image file formats.

simple.svg svg source

<?xml version="1.0" standalone="no"?>
<!DOCTYPE svg PUBLIC "-//W3C//DTD SVG 1.1//EN" 
"http://www.w3.org/Graphics/SVG/1.1/DTD/svg11.dtd">
<svg width="100" height="60"
     xmlns="http://www.w3.org/2000/svg">
  <rect fill="green" x="15" y="15" width="70" height="30"/>
  <rect fill="red" x="20" y="20" width="60" height="20"/>
</svg>

SVG provides a rich set of primitives and high level features for describing two-dimensional graphics, including operations for styling, object grouping and transformations, and for incorporating text and bitmap images. In addition, it is an open web standard. It’s an interesting file format for what it does.

Let’s switch topics a moment to the language hierarchy. In the mid-20th century, Noam Chomsky famously outlined a ranking of formal languages based on their expressive power. Here, “formal” means “defineable using the tools of computer science and mathematics.” In the end, every general-purpose and specialized programming language is formal in this sense, even if the details of creating the formal description can get messy.

Chomsky’s original hierarchy had at least four distinctions, and several more refined distinctions usefully exist. Here, we are concerned with two of those categories: regular languages and context-free languages.

A language, in this context, is just a set of strings. That’s all. It can be an infinite set, and in fact, all useful programming languages I know of are infinite. Imagine all possible valid Java programs. That is a set of strings, and hence a language. Now imagine all possible regular expressions. That, too, is a set of strings, and a language. (The word “language” is overloaded a bit, which could confuse us if we allow it. We’ll try to dodge that.)

A language can be categorized depending on its expressive power. Two such categories are called “regular” and “context-free”. The definitions are quite precise: a language is regular if there exists some finite state machine that accepts all strings in the language and rejects all strings outside of it. And a language is context-free if there exists some context-free grammar that accepts all strings in that language, and rejects those outside of it.

You may be familiar with both finite state machines (FSMs) and context free grammars (CFGs). They are simply mathematical constructs that can be used to define sets of strings. In case you don’t recall or never learned, an important fact is that not all languages can be described by a FSM. In other words, some languages are regular, and some are not. Similarly, some languages are context-free (can be described by a CFG), and are not. However, all regular languages are also context-free languages, but not vice versa.

In other words, the set of context-free languages is a strict superset of the set of all regular languages. For this reason, we say that context-free languages have more expressive power than regular languages.

Now, how does this relate to markup languages? Well, XML, and some XML markup languages like SVG and XHTML, are all context free. You cannot create a finite state machine that will correctly discriminate all possible XML (or SVG or XHTML) documents.

However, every context-free language has subsets that are regular. Sometimes this is useful. Let’s start with a contrived example: minimal HTML documents that just contain lists. Consider exhibit A:

<html>
  <body>
    <ul>
      <li>Hello</li>
      <li>Handsome</li>
      <li>Programmer</li>
    </ul>
    <ul>
      <li>Another</li>
      <li>List</li>
    </ul>
  </body>
</html>

This specimin – a multi-line string – is from a language that is a limited subset of XHTML. Namely, those whose body contains only unordered lists, and whose list items contain simple text. It is a regular language; you can craft a FSM that accepts only this language. Now, you may or may not be conversant in building state machines. Regardless, we can just use regular expressions instead: as theorems in any thorough automata textbook will show, if and only if a language is regular, there exists some regular expression that accepts it (and rejects strings not in the language). So one regular expression for Exhibit A is:

"<html><body>" ("<ul>" ("<li>" text "</li>")* "</ul>")* "</body></html>"

This regular expression will only accept these simple-list HTML documents. Well, fine. But what if you need to work with documents like this:

<html>
  <body>
    <ul>
      <li>Programmers</li>
      <li>are</li>
      <li>
        <ul>
         <li>Handsome</li>
         <li>Charming</li>
         <li>Happy</li>
        </ul>
      </li>
    </ul>
    <ul>
      <li>Random</li>
      <li>Words</li>
    </ul>
  </body>
</html>

Here, there is a nested list, which is definitely not accepted by the regular expression above. Can you write a regular expression that will? Yes, but it would be a little messy, and that’s if you limit it to a single level of nesting. Nest deeper, and the regex explodes quickly. It turns out that no regular expression will match list nested to arbitrary depth.

However, a context free grammar that does so is pretty simple:

  HTML -> "<html><body>" UL* "</body></html>"
  UL -> "<ul>" LI* "</ul>"
  LI -> "<li>" ITEM "</li>"
  ITEM -> [char]* | UL

It is probably uncommon that you will encounter the need for infinitely nested HTML lists. This is an intentionally simple example, to make the concept easier to see. Now let’s look at something more complex and practical.

Here is a histogram, whose source is an SVG document:

http://static.redsymbol.net/articles/svg-markup-chomsky/img/Black_cherry_tree_histogram.svg svg source

(credit)

If you look at the source, you will see that it mainly consists of simple elements, defining lines, text and rectangles. Now, imagine all possible SVG documents that render histograms. Assume they are basic histograms, of the same form of the example here, devoid of unnecessary decorations like fractal outlines or anything weird like that.

That set of all SVG documents that render histograms is a set of strings – a language. Quiz time: is this language regular?

Yes, it turns out. Structurally, it is simply “START BAR* END”, where START is a header for the SVG document, each BAR is an SVG snippet that renders one of the bars, and END is a closing tag. (Actually, I’m lazily omitting elements to display the axes, tick marks, labels, etc. No matter; the end result is the same.) mkhist.py is a short python program that generates such histograms:

#!/usr/bin/env python
'''
_start_ _bar_* _end_

'''

_start = '''<?xml version="1.0" standalone="no"?>
<!DOCTYPE svg PUBLIC "-//W3C//DTD SVG 1.1//EN"
"http://www.w3.org/Graphics/SVG/1.1/DTD/svg11.dtd">
<svg width="100%" height="100%" version="1.1"
     xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"
     xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
  <desc>Histogram</desc>

  <!-- Begin data plots -->
'''

_end = '</svg>\n'

def _bar(n, v):
    s = '  <!-- Histogram bar #%d (value: %d) -->\n' % (n, v)
    x = 10 + 20 * n
    h = v * 10
    s += '  <rect fill="red" x="%d" y="5" ' \
         'width="10" height="%d"/>\n' % (x, h)
    return s

data = [1, 5, 7, 3, 12, 4]

svg = _start
for n, v in enumerate(data):
    svg += _bar(n, v)
svg += _end

print svg

The data being plotted is hardcoded near the end. Using those values, mkhist.py will generate a histogram like this:

http://static.redsymbol.net/articles/svg-markup-chomsky/img/histogram.svg svg source

<?xml version="1.0" standalone="no"?>
<!DOCTYPE svg PUBLIC "-//W3C//DTD SVG 1.1//EN"
"http://www.w3.org/Graphics/SVG/1.1/DTD/svg11.dtd">
<svg width="100%" height="100%" version="1.1"
     xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"
     xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
  <desc>Histogram</desc>

  <!-- Begin data plots -->
  <!-- Histogram bar #0 (value: 1) -->
  <rect fill="red" x="10" y="5" width="10" height="10"/>
  <!-- Histogram bar #1 (value: 5) -->
  <rect fill="red" x="30" y="5" width="10" height="50"/>
  <!-- Histogram bar #2 (value: 7) -->
  <rect fill="red" x="50" y="5" width="10" height="70"/>
  <!-- Histogram bar #3 (value: 3) -->
  <rect fill="red" x="70" y="5" width="10" height="30"/>
  <!-- Histogram bar #4 (value: 12) -->
  <rect fill="red" x="90" y="5" width="10" height="120"/>
  <!-- Histogram bar #5 (value: 4) -->
  <rect fill="red" x="110" y="5" width="10" height="40"/>
</svg>

With some small modifications, one can add the useful decorations (axes, labels, etc.) It’s a little remarkable, when you think about it, that the universe of all possible histogram plots can be described by a reasonably simple state machine.

Now, can you think of examples of other “image languages” – sets of SVG documents – that are not regular?

One example: sets of images with some kind of bilateral symmetry — reminiscent of the classic context-free language example LCFG = {anbn | n > 0}. Perhaps more commonly, any image representing data with some kind of nested tree structure will not be regular either. Think organizational charts, electronic circuit diagrams, and graphical representations of parse trees.

(By the way, don’t fall into the trap of defining an overly permissive regular language, and believing that adequately describes your context free language. When crafting a construct to define a language, whether that construct be an FSM, regular expression, or CFG, the strings that the construct rejects are just as important as those it accepts. Let’s define a language named Lall by a regex C*, where C is any unicode character. Any context-free language will be a subset of L; that doesn’t mean L is in any way useful to you.)

Let’s examine one of these image classes that must be described by a context free language. Imagine a simple integer arithmetic language, using prefix notation. Its operators – consisting of *,+ and - – always take exactly two arguments, which can be either an integer, or another expression (surrounded by parentheses). So you will have expressions like (+ 2 3)(* 7 (+ 2 4)), and (+ (* (+ 2 3) 4) (- 7 2)) as members of this language.

Consider a specific expression: (* (+ 2 3) (- 7 (* 8 9))). Here is the syntax parse tree for it:

parsetree.svg svg source

In fact, this figure is an SVG image generated by an analogue of the histogram-writing script above. We’ll see that script in a moment; before we get to it, though, we need to do a little theoretical analysis. Think about the parse tree image, and the SVG language elements that must be present to render it.

This might seem difficult if this article is your first exposure to SVG, but it’s not actually not so hard: the only elements in the image are text elements – renderings of an operator or integer – and lines indicating parent-child relationships. SVG has primitives for both of these; the rest is boilerplate and detail you can ignore for now. So basically, the SVG file will contain a sequence of text definitions and line definitions (just assume all the coordinates are magically calculated for you), arranged in some particular order and subject to some constraint in its organization.

Can you imagine a regular expression that will describe all SVG documents representing expression parse trees? I doubt it, because there is not one. You can verify using the pumping theorem or any similar technique that it is not regular, for the same reason that set of valid expressions is not a regular language either. A context-free grammar representing this class of SVG documents is

svg -> <start> <node> <end>
<node> -> (<opline> <node> <node>) | <TERM>
<TERM> -> ("0".."9")*
<opline> -> <OP> <line_to_leftchild> <line_to_rightchild>
<OP> -> "*" | "+" | "-"

mkparsetree.py will generate such SVG documents, given a preprocessed syntax parse tree (defined in the “data” variable towards the end of the script):

#!/usr/bin/env python
'''
svg -> _start_ _node_ _end_
_node_ -> _node_ _OP_ _node_ | _TERM_
_TERM_ -> 0..9
_OP_ -> * | +

'''

_start = '''<?xml version="1.0" standalone="no"?>
<!DOCTYPE svg PUBLIC "-//W3C//DTD SVG 1.1//EN"
"http://www.w3.org/Graphics/SVG/1.1/DTD/svg11.dtd">
<svg width="100%" height="100%" version="1.1"
     xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"
     xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
  <desc>Arithmetic Parse Tree</desc>

  <!-- Begin  parse tree data -->
'''

_end = '</svg>'

def _t(x, y, s):
    return '<text font-size="30" x="%s" y="%s">%s</text>\n' % (x, y, s)

def _node(args, x, y, depth):
    op, n1, n2 = args[0], args[1], args[2]
    x_n1 = int(x-100/depth)
    x_n2 = int(x+100/depth)
    y_child = y + 80
    if type(n1) is list:
        n1_s = _node(n1, x_n1, y_child, depth+1)
    else:
        n1_s = _t(x_n1, y_child, n1)
    if type(n2) is list:
        n2_s = _node(n2, x_n2, y_child, depth+1)
    else:
        n2_s = _t(x_n2, y_child, n2)
    s = _t(x, y, op)
    s += n1_s
    s += n2_s
    line_fmt = '<path d="M %d %d L %d %d" stroke="black" ' \
        + 'stroke-width="1"/>\n'
    s += line_fmt % (x+5, y + 15, x_n1+8, y_child - 25)
    s += line_fmt % (x+5, y + 15, x_n2+8, y_child - 25)
    return s

DATA = ['*', ['+', '2', '3'], ['-', '7', ['*', '8', '9']]]

print _start + _node(DATA, 200, 30, 1) + _end

Much of mkhist.py and mkparsetree.py are similar. The interesting difference is in comparing the _bar and _node functions. The _bar function in the histogram generator simply calculates the SVG snippet that will render an appropriate rectangle. The parse tree generator’s_node function, in contrast, may recursively call itself any number of times. In fact, any pair of generators, one for regular-language images and one for context-free-language images, will show some form of this difference.

Does this relate to practical software engineering? You bet. These two models delineate two different broad classes of problems, and provide insight in the kind of algorithms that can effectively address them. Let’s say you need to develop a component that generates images according to some requirements; having read this far, it’s clear that the range of possible images will dictate the nature of the rendering code. Of course, the basic idea is not limited to the domain of two-dimensional graphics; it is more fundamental, and applies to many software engineering problems.

django python 2013/04/25

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Django de relance!

Django foi desenvolvido rapidamente em um ambiente de sala de noticias, sendo desenhado para tornar o desenvolvimento de aplicações web rápido e fácil. Informalmente veja como escrever uma aplicação que grava banco de dados usando Django.

O objetivo desse documento é proporcionar detalhes técnicos suficientes para entender como Django funciona, mas tenha em mente que isto não é um tutorial ou manual de referência pois na url do projeto Django temos ambos detalhadamente [https://docs.djangoproject.com/en/1.5/intro/tutorial01/]

Desenhando seu modelo

Desenhando seu modelo
Django também pode ser usado sem um banco de dados. Django vem com um mapeador relacional de objetos o qual associa e descreve objetos codificados em python e o seu banco de dados.

A sintaxe do modelo de dados oferece diversas maneiras de representar seus modelos, além disso resolve dois anos de problemas com esquemas de bancos de dados. Segue um rápido exemplo o qual pode ser salvo em um arquivo chamado mysite/news/models.py

class Reporter(models.Model):
    full_name = models.CharField(max_length=70)

    def __unicode__(self):
        return self.full_name

class Article(models.Model):
    pub_date = models.DateField()
    headline = models.CharField(max_length=200)
    content = models.TextField()
    reporter = models.ForeignKey(Reporter)

Instalando

execute o comando de linha para criar as tabelas do bando de dados automaticamente:

manage.py syncdb

O comando syncdb busca em todos os seus modelos disponíveis e cria as tabelas que ainda não existam em seu banco de dados.

Aproveite a liberdade da API

Com isso há liberdade para uso livre e sofisticado da  Python API para acessar seus dados.  A API é criada em tempo de execução e não há necessidade da geração de código.

# Import the models we created from our "news" app
>>> from news.models import Reporter, Article

# No reporters are in the system yet.
>>> Reporter.objects.all()
[]

# Create a new Reporter.
>>> r = Reporter(full_name='John Smith')

# Save the object into the database. You have to call save() explicitly.
>>> r.save()

# Now it has an ID.
>>> r.id
1

# Now the new reporter is in the database.
>>> Reporter.objects.all()
[<Reporter: John Smith>]

# Fields are represented as attributes on the Python object.
>>> r.full_name
'John Smith'

# Django provides a rich database lookup API.
>>> Reporter.objects.get(id=1)
<Reporter: John Smith>
>>> Reporter.objects.get(full_name__startswith='John')
<Reporter: John Smith>
>>> Reporter.objects.get(full_name__contains='mith')
<Reporter: John Smith>
>>> Reporter.objects.get(id=2)
Traceback (most recent call last):
    ...
DoesNotExist: Reporter matching query does not exist. Lookup parameters were {'id': 2}

# Create an article.
>>> from datetime import date
>>> a = Article(pub_date=date.today(), headline='Django is cool',
...     content='Yeah.', reporter=r)
>>> a.save()

# Now the article is in the database.
>>> Article.objects.all()
[<Article: Django is cool>]

# Article objects get API access to related Reporter objects.
>>> r = a.reporter
>>> r.full_name
'John Smith'

# And vice versa: Reporter objects get API access to Article objects.
>>> r.article_set.all()
[<Article: Django is cool>]

# The API follows relationships as far as you need, performing efficient
# JOINs for you behind the scenes.
# This finds all articles by a reporter whose name starts with "John".
>>> Article.objects.filter(reporter__full_name__startswith="John")
[<Article: Django is cool>]

# Change an object by altering its attributes and calling save().
>>> r.full_name = 'Billy Goat'
>>> r.save()

# Delete an object with delete().
>>> r.delete()
def __unicode__(self): return self.headline

 

 

download independente no android 2012/12/03

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Você também fica constrangido ou constrangida quando vai instalar suas aplicações no android? Lógico que a facilidade de haver uma loja com tudo em um único lugar facilita muito. Agora o que incomoda é ter que enfrentar as distrações leia-se propagandas que são apresentadas pelo google. Para realmente respeitar o consumidor acho que deveria haver opção em que escolhessemos não ser incomodados por propagandas, nem mesmo aquelas onde algumas empresas pagam para que seus sítios eletrônicos sem oferecidos através de piscantes e incomodantes anúncios. Assim como podemos escolher cadastrar nosso telefone junto a tão não adminirada agência reguladora da telefonia (www.anatel.gov.br), também acho que o google poderia disponibilizar isto para os usuários que assim o desejassem. Para ficar livre dos aborrecimentos comecei utilizar um programa de download que funciona no Windows, Os X (mac), Linux e também no Android, chamado aria2 http://aria2.sourceforge.net/ . Pode ser feito download usando protocolos http, https, ftp, bittorrent, metalink entre outros. Estou concluindo a tradução também para o português do Brasil, que está por enquanto em http://auvix.com.br/usradm/_build/singlehtml/ mas dentro em breve estará no site oficial. Instale aria2 e seja livre para executar concomitantemente vários downloads do que desejar diretamente para o seu celular ou dispositivo móvel sem precisar de intrusos, abelhudos e outros bicudos que adoram nos distrair, mas que na maioria dos momentos não podemos ter nossa atenção desviada. Incluirei outro post com todos os procedimentos resumidos, pois os procedimentos detalhados já estão no manual que possui sua publicação através da incrível flexibilidade oferecida pelo sphinx http://sphinx-doc.org/ portanto se você quiser os diversos formatos a saber: pdf (http://auvix.com.br/usradm/_build/latex/aria2.pdf) pdflatex, epub (html básico), devhelp formato para dispositivos móveis (http://auvix.com.br/usradm/_build/devhelp/aria2c.html) entre outros.