livros novos biblioteca afonso schmidt
Biblioteca Pública da Prefeitura do Município de São Paulo: Afonso Schmidt,
12.07.2010
|Luis Fernando Verissimo
O melhor das comédias da vida privada
293 p.
V517m
Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2004
Um clássico do humor brasileiro volta nesta edição, revista e atualizada pelo autor. Publicado originalmente em 1994, Comédias da Vida Privada se transformou em série de TV, consolidando o talento de Luis Fernando Veríssimo como cronista sagaz do cotidiano brasileiro. Esgotado há alguns anos, o livro é relançado agora na série Ver!ssimo, reunindo as melhores histórias editadas nos anos 90, com mais 35 novas crônicas, recentemente escritas.
Aqui estão personagens que já se tornaram antológicos, como o marido do Dr. Pompeu, o Mendoncinha, a mulher do Silva, as noivas do Grajaú, a Regininha – por falar nela, se uma Regininha aconteceu também com você, não entre em pânico, está dentro das estatísticas. Os homens estão sujeitos a isso. Nenhum homem com mais de 40 está livre de ver aparecer uma Regininha em sua vida.
Generoso, irônico, cúmplice – Verissimo sabe como ninguém transformar em riso as sutis tiranias, as infidelidades, os ódios mortais. Aqui estão nossas pequenas e grandes tragédias cotidianas, reveladas com vivacidade e ironia.
Escrevendo todos os dias, em colunas publicadas nos maiores jornais do país, Luis Fernando Verissimo aprimorou o texto e o olhar, transformando-se num dos nossos autores mais admirados. Eleito Intelectual do Ano (prêmio Juca Pato da UBE/97) e Homem de Idéias (Jornal do Brasil / 95), tem obras traduzidas em 13 países.
Toda sua obra esta sendo relançada pela Objetiva, em edições cuidadosamente revistas e atualizadas. Fazem parte da coleção Ver!ssimo: As mentiras que os homens contam, A mesa voadora, Comédias para se ler na Escola, Sexo na Cabeça, Todas as Histórias do Analista de Bagé e Banquete com os Deuses.
texto digitado por gilberto dos santos alves
Add comment 2010/07/12
A História da Filosofia – (Will Durant)
Existe um prazer na filosofia, o qual pode ser sentido até que, as vulgares necessidades da existência física o arrastem do auge do pensamento, para o mercado da disputa e do lucro econômico. A maioria de nós conheceu um certo período áureo em nossas vidas, quando a filosofia transforma o pensar em deleite, quando o amor de uma verdade modestamente esquiva, parece incomparavelmente mais glorioso do que a ânsia por banalidades cotidianas e efêmeras do mundo. E sempre há, em nós, um sequioso remanescente daquela antiga admiração da sabedoria. Sentimos que a vida tem um significado e procurar esse significado, é extase contínuo. Observando o crescimento de uma muda de abacateiro, as estações do ano, o céu matinal ou as estradas do céu sendo percorridas por aviões ou estrelas. Uma parte muito grande de nossas vidas é destituída de significado, compreendendo o repetição de futilidades; lutamos com o caos que nos cerca e que está dentro de nós; mas o tempo todo acreditamos existir algo vital e importante em nós, se ao menos pudéssemos decifrar nossas almas. Queremos compreender: a vida, para nós, significa transformar em luz e chama tudo aquilo que somos ou com que nos deparamos; somos semelhantes a qualquer um daqueles, que não querem milhões, mas respostas para as perguntas; queremos ter conhecimento do valor e da perspectiva das coisas passageiras e, assim, sair do turbilhão das formalidades cotidianas. Queremos saber quais são coisas pequenas e quais são grandes antes que seja tarde demais; queremos ver as coisas , agora, tal como irão parecer sempre ― à luz da eternidade. Queremos aprender a rir diante do inevitável, a resistir quando a morte aparecer. Queremos ser um todo, coordenar nossas energias criticando e harmonizando nossos desejos; porque energia coordenada é a última palavra na ética e na política, e talvez também na lógica metafísica. Ser filósofo não é apenas ter pensamentos sutis ou fundar escola, mas amar o saber a ponto de viver, segundo os ditames deste saber, uma vida de simplicidade, independência, magnanimidade e confiança.
Podemos estar certos de que, se conseguirmos controlar o saber, todas as demais coisas nos serão incorporadas. Procurem, primeiro, as boas coisas da mente e o resto lhes será proporcionado, ou, então, a falta do resto não será sentida. A verdade não nos fará ricos, mas nos tornará livres.
Add comment 2010/06/23
Acelerador de Gente
José Galisi Filho / Folha de São Paulo, 02 de maio de 2010 / Caderno Mais! folha 7
Socióloga que estudou os pesquisadores do LHC diz que experimento elimina noções tradicionais de autoria e prestígio
Ao visitar LHC (grande colisor de hádrons) em abril de 2008, o físico escocês Peter Higgs pôde contrastar sua dimensão humana com a escala gigantesca da maior máquina já construída pela humanidade.
Se a hipótese de Higgs estiver correta, os dados que começam a jorrar nas últimas semanas do LHC fornecerão a última peça no quebra-cabeças do modelo padrão, a teoria da física que explica a matéria.
Mas a saga do LHC é resultado do trabalho de gerações de pesquisadores, cujos nomes finalmente se diluirão na “simbiose homem-máquina” de um novo paradigma, pela primeira vez realmente global, de cooperação científica.
Para Karin Knorr Cetina, professora de sociologia do conhecimento da Universidade de Konstanz, Alemanha, o experimento é, antes de tudo, um “laboratório humano” numa escala sem precedentes na história da ciência moderna.
Cetina passou 30 anos observando os pesquisadores do Cern (centro europeu de física nuclear), laboratório na Suiça que abriga o LHC, numa espécie de estudo “etnológico” da tribo de físicos, seus usos e costumes. Segundo ela, noções tradicionais na ciência, como carreira, prestigio e autoria deixam de ter qualquer significado no modelo de produção de conhecimento do Cern.
Da Universidade de Chicago, EUA, onde é pesquisadora visitante, Cetina falou à Folha:
Folha – O que há de novo na forma de produzir conhecimento no Cern e como isso se compara com as humanidades?
Karin Knorr Cetina – O novo é a dimensão, a duração e o caráter global do experimento. A estrutura dos experimentos é um experimento em si mesmo, com um caráter antecipatório de um tempo global e de uma sociedade do conhecimento.
Poderíamos, talvez, fazer uma comparação com aquele espírito arrojado e inovador no desenvolvimento do supersônico Concorde nos anos 1960, que sinalizou uma ruptura de época. Mas não se pode responder com uma simples frase ao “como” esse experimento é coordenado. Há muitos mecanismos particulares que sustentam o projeto e o transformam numa espécie de “superorganismo”, na íntima colaboração de mais de 2.000 (dois mil) físicos com o gigantesco LHC, que eles mesmo projetaram e no qual, finalmente, trabalham juntos.
Um mecanismo muito importante são as publicações coletivas em ordem alfabética. Quem é privilegiado não é o “gênio”, o autor, ou pesquisadores destacados em suas áreas. Um outro mecanismo é que o experimento mesmo, e não os autores, é “convidado” para as conferências internacionais. Os atores individuais são apenas os representantes daquilo que produziram em conjunto. Um outro mecanismo é que os participantes se encontram, por exemplo, durante toda uma semana no Cern, e esses encontros são organizados de tal maneira que todos possam e devam ser informados sobre tudo que ocorre. Estabelece-se, assim, uma espécie de consciência coletiva do “conhecimento compartilhado”.
Como poderíamos comparar isso com as ciências humanas? Alguns diagnósticos de época importantes, de historiadores e filósofos, por exemplo, ainda encontram a ressonância na opinião pública, mas, infelizmente, a estrutura e a segmentação da pesquisa nessa campo do conhecimento não tem mais dada de interessante a oferecer. A sociologia tradicional não sinaliza mais para a frente.
Folha – Depois de muitos anos de pesquisa de campo em laboratórios como uma etnógrafa da ciência, como se diferenciam as culturas científicas diante do papel do indivíduo?
Cetina – A biologia molecular, que acompanhei por muitos anos é uma ciência “de bancada”, na qual, por regra, poucos pesquisadores trabalham juntos, na qual também se produz e publica em coletivo, mas não em ordem alfabética. O papel do pesquisador individual ainda permanece importante.
Isso leva, como sabemos, a conflitos em torno de autoria e quem está em posição na publicação. A física de altas energias procura, em contrapartida, liberar a cooperação, na qual é o conjunto que está no ponto central. O fio condutor não é mais a carreira, mas o resultado científico. O acelerador é o elemento dominante, pois ele somente pode ser construído e avaliado por muitos.
Folha – Seria a natureza mesma do projeto incompatível com um novo “insight” individual que poderia mudar tudo de forma imprevisível?
Cetina – É bem mais provável, no caso do Cern, que a pesquisa em equipe deva produzir excelentes resultados empíricos. Muitos pesquisadores em sociologia e nas humanidades, de maneira geral, produzem resultados parciais, fragmentados, que não se agregam dentro de um sistema numa perspectiva cumulativa – não porque a natureza do social seja fragmentada, mas porque nossa maneira de conduzir pesquisas, nossas convenções de pesquisa não se agregam.
Em muitas ciências empíricas devemos investigar no processo cooperativo – já que na natureza todas as partes de um sistema se interrelacionam – ou todo o sistema ou saber qual é, realmente, a parte central desse sistema que deve ser isolada e destacada. Esse reducionismo experimental não pode ser levado a cabo na ciência social por motivos éticos, por se tratar de pessoas em sua integridade, que não podemos reduzir a células de cultura. Para tanto, seria necessário muito mais cooperação e pesquisa.
transcrição
Gilberto dos Santos Alves gsavix@hotmail.com
Como será que andam nossas pesquisas aqui no Brasil, será que a integração entre as várias disciplinas está evoluindo?
Add comment 2010/05/02
Conte sua notícia como um profissional
www.auvix.com.br auvix informática
São Paulo, 10 de abril de 2010 iReport Toolkit
Conte sua notícia como um profissional
Os ingredientes de uma boa notícia
Nós perguntamos para alguns repórteres, produtores e editores da CNN, o que eles encontram numa boa reportagem e como eles constroem uma. Surgiram então algumas palavras de conselho:
Em primeiro as coisas iniciais: sua notícia precisa incluir as informações básicas 5w e 1h (who, what, where, when, why e how) (quem, o que, onde, quando, por que e como). Precisa ser verdadeira e precisa ser interessante.
Conexões. Alguém precisa cuidar das pessoas da notícia ou a notícia não vale a pena ser contada. É seu trabalho como contador de notícias explicar porque alguém deve envolver-se.
Ela deve ser contada em palavras que todos nós usamos e entendemos. Se você ligar para seu melhor amigo e contar-lhe a notícia, por onde você começaria? E como você descreveria a notícia? Esta é a melhor parte e a maneira mais simples de contá-la. Comece por aí e veja aonde isto te leva.
Ela precisa ter continuidade. Se você deseja que sua audiência conheça o que acontece em seguida, construa o desenrolar com narrativa, informações, sons naturais e se estiver trabalhando com video, uma edição criativa.
Ela precisa parecer real. Emoção é um potente conector e pode levar a um longo caminho a frente, ajudando a nos entendermos uns aos outros. Pense em como você pode usar imagens, sons e palavras para expressar a emoção da notícia e suas particularidades.
Faça um esboço ou mapeamento. Se você planeja editar um video, coloque junto uma galeria de fotos ou escreva um texto para a notícia, geralmente isso ajuda a no planejamento da ação.
Qual são os detalhes cruciais?
Qual é a parte mais importante?
Como as partes se conectam?
Rascunhe ou faça um “sketch storyboard” antes de começar com o árduo trabalho de escrever e editar.
Você será recompensado pelo que você fizer !!!
extraído e traduzido de http://www.ireport.com/toolkit.jspa
Add comment 2010/04/10
acesso em aplicações web grid computing
Novas tecnologias estão disponíveis para acesso sem nenhum custo.
Faço referência especialmente a algumas que o google vem disponibilizando nos últimos 2 anos e que podemos utilizar sem nenhum investimento financeiro. Basta estudá-las e aprender como tirar proveito das mesmas. Nós da Auvix Informática Ltda, já fazemos uso de algumas destas técnicas desde dezembro/2001.
Algumas de nossas utilizações podem ser vistas em:
http://aplicativos.auvix.com.br
Estas técnicas estão descritas nos emails abaixo! Aproveite!
Add comment 2010/03/04
Preenchimento de Formulários Google Docs ou App
Algumas informações para a coleta de dados podem vir diretamente da captação de dados distribuidos por emails.
Para editar formulários podemos acessar
1 comment 2010/03/03
Transferência de Conhecimento
transferência de tecnologia e conhecimento. O que é? Como se faz? O que precisa haver para se fazer.
Continue Reading Add comment 2009/12/15
Transferência de Tecnologia
como estar preparado para receber ou transferir tecnologia. A área de serviços permite criar aplicações e produtos globais, essencialmente através do uso intensivo da tecnologia.
Continue Reading Add comment 2009/12/10