Trasnferência de Conhecimento
transferência de tecnologia e conhecimento. O que é? Como se faz? O que precisa haver para se fazer.
Continue Reading Add comment 2009/12/15
Transferência de Tecnologia
como estar preparado para receber ou transferir tecnologia. A área de serviços permite criar aplicações e produtos globais, essencialmente através do uso intensivo da tecnologia.
Continue Reading Add comment 2009/12/10
Ambiente de Negócios Web
Quais são os principais itens para que possamos utilizar a web em favor de nossa empresa?
A infraestrutura necessária para que a internet esteja integrada no ciclo de negócios que toda empresa realiza, contempla básicamente:
1 – computadores, redes, infra-estrutura de comunicação de dados
utilizada em qualquer provedor pois isso requer o menor investimente e está disponível por apenas uma fração do investimento para aquisição, manutenção e atualização.
2 – sistema operacional e aplicativos
adoção de software livre, veja www.debian.org , www.ubuntu.com ou com maior detalhes em fsf.org (free software foundation) já há algum tempo temos um conjunto de requerimentos de negócios plenamente atendido pela comunidade que cria e mantém o software livre.
3 – conhecimento e capacitação tecnológica
Para interagir com o ambiente global apresentamos um conjunto de processos que podem ocorrer em qualquer lugar a qualquer hora, sem fronteiras de países ou continentes, vejamos:
Add comment 2009/12/08
Interlagos ribombar de Turbos, Trovões e Outros mais …
São Paulo, 17 de outubro de 2009
Quando o narrador embargou a voz para comentar que a chuva estava aumentando e o piloto, preferido pelo país que sedia a corrida, poderia ter que largar não mais, nas primeiras posições, mas no meio do último pelotão de pilotos … senti que a tarde de hoje não seria igual as tardes dos outros treinos classificatórios aos quais já assisti.
Mas para chegarmos nesse instante a trajetória não foi curta, nem meteórica mas longa! Etapa a etapa, muitas vezes confesso, inclusive com a minha parcela de ceticismo, pessimismo e aquele sentimento que assola a cabeça dos brasileiros quando algum representante do país seja em qual área for, frustra nossas mais infantis expectativas de sermos: o número 1, o melhor; o primeiro.
Rubens Barriquello porém teve sua trajetória profissional talhada com muita paciência, perseverança, coragem e hoje com a experiência da onça pintada aguardou a natureza, a direção da prova, a direção da FIA e até mesmo a entrevista do mestre Niki Lauda, que vaticinou ao repórter que: “Todos estavam em ‘wasted time’ pois o tempo não iria melhorar e era melhor o ’stop’ do treino classificatório”. Acontece que, mesmo estando em latitudes similares a da Austrália, a visão de Rubinho era que a nesga de sol que vinha da represa chegaria a Interlagos, junto com alguns zéfiros! E não deu outra!
O marcador dos classificados apontava BAR cada vez mais próximo da pole. A essa hora a vibração da torcida, já atingira o narrador que com a voz vibrante conseguiu contagiar a todos nós, fazer a gente sentir o sangue brasileiro acelerar em nossas veias, deixando nosso otimismo lá nas nuvens, e agora eram carneirinhos alegres e saltitávamos muitas barreiras não para fazer o Brasil adormecer, mas para comemorar a alegria.
Parabéns Rubens, aqui e agora você representou a raça dos Brasileiros.
gilberto dos santos alves
gsavix@hotmail.com
Add comment 2009/10/18
Miss Brasil 2000 , será que ela vai continuar ?
É incrivel mas ainda ontem pude ver ao vivo e a cores, mais uma herança da miss brasil 2000? É sim você deve achar que estou brincando mais não é não! É ela mesmo! Mas como pode ser? Veja se você se recorda…
Há mais de 10 anos estávamos nós mortais da era digital amedrontados e aparvalhados com o tal do bug do milênio. É incrivel mas qualquer zé mané, investido de jornalista saia entrevistando os gênios da bolha .com para saber o que era esse tal de bug do milênio e o que é que iria acontecer pois a Miss Brasil 2000 tinha inventado uma “coisa” muito legal e era simples pois bastava colocar o ano como sufixo e a tal coisa vendia muito, lembra-se “coisa95″, “coisa98″ e agora será que a “coisa2000″ ou “coisa2k” iria conseguir manter os computadores ligados na passagem do milênio?
Éh!!! parecia coisa de filme e a miss brasil 2000 estava na crista da onda, criando uma grande colcha de retalhos que era vendida a preço de ouro!!!
Nessa época ainda a web não havia explodido como hoje e os hackers ainda trabalhavam com uma rede, eles ainda não sabiam que a miss brasil estava fazendo uma grande emenda que iria transformar-se na gigantesca colcha de retalhos e furos.
Bem passou o milênio e o bug nem aí!
Mas muitas empresas nesta época embarcaram em canoas que dependiam da tal colcha que a miss brasil criou e veja a miss brasil não colocou grandes proteções para que estas empresas que fazem parte da “la garantia sou djô”, não pirateassem essa colcha, pois zé! aqui no Brasil estamos com muitas empresas que ainda hoje estão se debatendo com a tal coisa2000 pois já faz mais de 5 anos que a miss brasil não dá suporte à coisa2000, só que estas empresas estão agora com seus computadores utilizando diariamente ao Deus dará “coisa95″ segunda-edição, “coisa98″, “coisa2000″ versão desktop e versão server “profissional hein!”. São cópias piratas que estão ajudando as empresas classe “la garantia soy …” a navegar nos turbulentos cenários globais, nacionais e regionais.
O mais interessante é que os ases indomáveis de TI, estão abandonando suas naus em pleno oceano ao Deus dará, pois agora o Brasil está saindo do “marasmo” e o vento está soprando para levar as empresas que estão preparadas para navegar com grande velocidade e com proa segura para dar muitas voltas nos mares verdes do Brasil. Já os proprietários de embarcações que contrataram piratas para conduzir seus negócios agora estão a se perguntar será que a miss brasil 2000 vai continuar sua tradição? nada melhor que a música da Rita Lee Miss Brasil 2000!!!!
ah! eu esqueci de dar mais um detalhe! como os dados utilizavam dbase e clipper 87 a miss brasil liberou uma grande arapuca de banco de dados utilizando SQL que hoje em dia ajuda as empresas a enxergarem os resultados dos negócios através dos buracos da colcha e não conseguem ver dados cristalinos nem terra firme para retirar a colcha que recobriu toda a embarcação.
ps. qualquer semelhança entre a miss brasil e uma grande empresa que produz software é mera coincidência, entre fatos, lugares e empresas.
Add comment 2009/09/22
Mitologia Sumeriana
O País
Sumer, Sumere ou Suméria era a longa faixa de terra da Mesopotâmia (palavra grega que significa “entre rios”, isto é, o Tigre e o Eufrates) que terminava no Golfo Pérsico. Muito menos isolada que o Egito, essa planície era a passagem entre o Mediterrâneo e o Oriente. A Mesopotâmia antiga permaneceu desconhecida, praticamente, até o fim do século XIX; as escavações arqueológicas a redescobriram.
Toda a terra que medeia entre os rios, Mesopotâmia em sentido estrito, é formada pelas aluviões do Tigre e Eufrates, e sua parte meridional, muito baixa, é aberta sobre o mar. Os dois rios não desempenham a mesma função que o Nilo no Egito: suas cheias são brutais, desiguais, e quando transbordam causam verdadeiras catástrofes.
A zona mais próxima ao Golfo Pérsico foi habitada por povos de origem ainda desconhecida, que se estabeleceram no vale do Eufrates, provavelmente no início do V milênio a.C. Esse povo criou uma das mais antigas civilizações históricas. A sua história prolonga-se até todo o III milênio e só desapareceu quando Sumer foi conquistada pelos elamitas e semitas amorreus.
À grande região da Mesopotâmia a Bíblia dava o nome de Aram-Nacharam, “Síria entre rios”; hoje compreende o Iraque, e Bagdá é sua capital. confina ao N. com a Turquia, o O. com a Síria francesa e a Transjordânia, ao S. com a Arábia Saudita e a L. com a Pérsia, atual Irã. Os rios Tigre e Eufrates, que banham toda essa região, correm do noroeste para sueste; reúnem-se pouco acima da autual Basra, e deságuam no Golfo Pérsico. A Assíria, velho país de Assur, estendia-se ao N., ao longo do Tigre; Babilônia, a antiga Sumer, e Acádia, corriam para o S., entre o Eufrates e o Tigre, descendo até o Golfo Pérsico.
A Mitologia Sumeriana
Os mitos de Sumer são cosmológicos e procuram investigar a origem do povo, da raça, da sociedade. É mitologia subjetiva: representa aquele estágio em que a reflexão humana, pela primeira vez, tomou conhecimento dos fenômenos psíquicos, internos, e do mundo exterior em função do Homem como ser racional; é sem dúvida, a mais antiga “reflexão humana” que conhecemos. Os elementos que a mitologia de Sumer utiliza são terrenos e familiais; o mito, sob plano cosmológico, quer, apenas, por em evidência os caracteres que formaram a base da sociedade sumeriana. Procura explicar a diversidade entre o estável e o instável, entre o que é duradouro ao lado do que é fugaz ou efêmero, entre o que é seco (os desertos) e o que é úmido (as terras férteis e os grandes terrenos paludosos,
talude (latin) = pântano[palude = pantâno latin] vestígios, ainda, do dilúvio, paisagem intimamente ligada às concepções do povo), entre a terra firme e os grandes rios selvagens que correm eternamente; depois vem o mar, último talvez, em ordem cronoriano, o mar figura misteriosa e temível; ele representa a eterna luta entre a água (doce ou salgada) e a terra firme. Por essa razão, como não poderia deixar de ser, os mitos de Sumer preocupavam-se com os vegetais, ao passo que ignoram a descoberta e o uso dos metais.
O panteão sumeriano é, portanto o reflexo das famílias organizadas em grupo social. Era imenso; é verdade que a maioria representava pequenos deuses locais que foram, ou assimilados ou esquecidos; os grandes deuses, porém, eram adorados em todas as cidades, ou quase todas; muitos chegaram até a figurar no panteão babilônio. As grandes cidades de Sumer eram independentes, não havia governo central que as unificasse, mas cada uma tinha o seu rei e os seus deuses próprios; estes em outra cidade, eram os mesmos, mas às vezes com nome diverso ou com atributos diferentes.
Segundo a concepção comum a todos os mesopotâmios, os deuses haviam criado os homens para o seu serviço; além de construir templos e oferecer sacrifícios, o homem deveria respeitar leis, das quais as divivindades eram as protetoras e as guardiãs; os deuses, por seu turno, nada deviam ao homem; com a criação haviam esgotado o elemento providencial; não eram obrigados a recompensar o bem; tudo que acontecesse de catastrófico, de mau, ou simplesmente de desagradável, era sinal de que os deuses não estavam satisfeitos com o homem. Usavam os deuses dos demônios para atormentar os homens; contavam-se por legiões, “fantasmas”, “homens da noite”, “os arrebatadores”, “os devoradores de crianças”, etc. Não se sabe precisamente qual o papel representado pelos “gênios bons”. Os mesopotâmios, em geral viviam em perpétuo temor; não conheceram aquela doçura e otimismo que a civilização egípcia cultivou com tanto empenho; e depois da morte, nenhuma esperança lhes sorria. Sua idéia sobre a morte confirma o aspecto severo e terrível da concepção religiosa que aceitavam. Morto o homem, restava-lhe, apenas, uma espécie de espectro, um espírito muito vago, que teria de partir para regiões misteriosas, onde viveria uma vida diminuída, numa eterna penumbra. “Quando os deuses criaram a Humanidade, aos homens atribuíram a morte, mas a vida guardaram para eles mesmos.” Que resta, então, ao homem senão desejar a vida mais longa possível? Uma idade avançada era particular favor dos deuses.
O Panteão Sumeriano
O panteão sumeriano é encabeçado por An, o deus-céu, Enlil, o Senhor-Vento, e uma deusa, Nin-ur-sag, “A Senhora da Montanha”, conhecida, também, sob outros nomes. Enlil passou para o culto da Babilônia; seu nome semita é Bel, que significa “senhor”. Seu domínio era a terra; em Sumer, o principal local de culto de Enlil era Nipur, grande e antiga cidade; já na época arcaica, os reis de Lagash (outra importante cidade de Sumer) o chamavam de “rei dos deuses”; tinha os epítetos de “Sábio” e “Ajuizado”. Enqui, talves o Senhor da Terra, aparece às vezes como filho de Enlil; tinha o domínio das águas, exceto do mar (as águas doces eram chamadas, no seu conjunto, apsu). Nin-tu, Nin-mah ou Aruru eram outros nomes para Nin-ur-sag. Namu era a deusa do mar (pelo menos seu nome se escrevia com o ideograma utilizado para designar “o mar”); Nintura, Utu e Eresquigal completavam o quadro dos “Grandes deuses”, chamados Anunáqui. Os mitos relatam o nome de Ninsiquila, filha de Enqui.
O Mito da “Árvore Cósmica”
O mito da “árvore”, que unia a terra ao céu é, sem dúvida, um dos mais antigos; parece, porém, que desapareceu muito cedo da mitologia sumeriana. A árvore gish-gana do apsu (“O Abismo Primordial”) erguia-se acima de todos os países; é o símbolo do mastro ou viga que une as duas regiões visíveis: Céu-Terra. Se o templo era o símbolo da árvore cósmica, à porta desse erguia-se outro símbolo, uma estaca ou um mastro “que tocava o céu”. O rei de Isin, Ishme-Dágan, chamará o templo de Lagash “O Grande Mastro do País de Sumer”. A expressão e o símbolo desaparecerão com o correr dos séculos, mas perdurará a concepção mitológica de um local sagrado, alhures, em Sumer, que seria o ponto de união entre o Céu (região dos deuses) e a Terra (região dos homens). Em Nipur a cidade santa de Sumer, onde reside Enlil, a grande torre de degraus se chamava Dur-an-qui, “Laço que une o Céu à Terra”, isto é, o lugar que faz comunicar a Terra com o Céu. Na Bíblia nós temos um evidente reflexo dessa concepção; é o trecho onde Jacó sonha com uma escada que, apoiando-se na terra, tocava com o cimo o céu e os anjos de Deus subiam e desciam pela escada (Gênesis, 28:10-22).
Nascimento do Mar, Terra e Céu
A deusa Namu é chamada “A mãe que deu nascimento ao Céu e à Terra”; aliás, ela é designada frequentes vezes como a “Mãe de todos os deuses”e mais especificamente: “A mãe de Enqui”, o Deus responsável pelo mundo no qual vivem os homens.
A criação do cosmos se fez por emanações sucessivas; do Mar primordial nasceram a Terra e os Céus. Os dois elementos, Terra e Céu, “os gêmeos”, no início ainda estavam unidos e se interpenetravam. Enlil os separou, talvez com um sopro, já que seu nome significa “Senhor Vento”.
Há um poema sumeriano que relata como a Enxada (ou Enxadão) foi criada; nesse texto se alude à sucessiva criação do mundo: “O senhor Enlil decidiu produzir o que era útil, / O senhor, cujas decisões são imutáveis,/ Enlil, que fez germinar da terra a semente do país,/ Imaginou separar o Céu da Terra,/ Imaginou separar a Terra do Céu…”.
Outro poema vê nessa separação inicial dos elementos a obra de duas divindades, An e Enlil: “Quando o Céu foi separado da Terra,/ Quando a Terra foi separada do Céu,/ Quando o nome do Homem foi determinado,/ Quando An arrancou o Céu,/ Quando Enlil arrancou a Terra…”.
Há outra tradição que atribui a separação dos elementos primordiais a uma divindade ou Demiurgo.
O Paraíso
Um longo texto sumeriano, conhecido sob o nome de Mito do Paraíso ou Mito de Dilmum, refere o início dos tempos, quando o deus Enqui e sua esposa, “A Virgem Pura”, viviam sozinhos num mundo virgem e cheio de delícias, que se situava em Dilmum, região mítica. Nada existia além do par divino; em Dilmum nascerá não só a água doce e o Sol, mas também a vida. Esse mito parece ter afinidade com o Paraíso Bíblico onde o primeiro casal, Adão e Eva, também vivia no meio de delícias, antes da desobediência.
O Casamento Divino
Enqui, no Paraíso, depois que a água doce tornou férteis as terras, fecundou “A Virgem”, que assumiu então, o nome de “Senhora do País”. Essa deusa era Nintu; logo que ficou grávida e o parto se aproximou, tomou o nome de Nin-hur-sag. O primeiro filho do casal divino era uma deusa, Ninmu; Enlil une-se à Ninmu e gera outra filha, a deusa Nin-curra, da qual terá em seguida outra filha, Utu; e as uniões entre o deus-pai e as filhas prosseguiriam se Nin-hur-sag não aconselhasse a Utu recusar as solicitações do pai, a não ser que dele recebesse, antes, os presentes nupciais, pepinos, maçãs e uvas. Enqui consegue os pepinos, as maçãs e uvas e Utu deve entregar-se aos ardores amorosos do deus; mas o ato não se consuma. Nin-hur-sag utiliza o sêmen de Enqui para criar oito plantas diferentes que o deus vê crescer nos pântanos, sem saber o que significam e para que servem. Contudo, come-as. Nin-hur-sag, então amaldiçoa Enqui e desaparece. A desaparição de Nin-hur-sag consterna os grandes deuses, os Anunáqui, que não sabem como proceder. Apresenta-se, nessa conjuntura, a Raposa, que se oferece para ir buscar Nin-hur-sag, se a recompensa for compensadora. Enlil promete dar-lhe como paga árvores frutíferas e grande glória: todos se referirão à Raposa com grandes elogios. Há muitas lacunas nesse texto mítico; não sabemos portanto, qual o meio que a Raposa usou para reconduzir a deusa. Sabemos porém que Enqui, moribundo, tinha ao seu lado a solícita Nin-hur-sag. O deus indica oito partes do seu corpo; a deusa confessa, que para curá-lo, deu à luz algumas divindades. Enqui determina a sorte dessas divindades; a última delas, En-shag, será o protetor da cidade mítica de Dilmum.
O Dilúvio
A tradição do dilúvio, comum a muitos povos, também o é à civilização sumeriana. Essa narrativa, em forma de epopéia, chegou até nós muito mutilada; mas o mito, na sua essência, é o seguinte: Por razões desconhecidas, pois falta essa parte do poema, a Assembléia dos deuses delibera destruir a Humanidade escolhido para servir de pai às futuras gerações de homens; um deus, então, o adverte da decisão da Assembléia divina. Zi-u-sudra constrói a arca na qual conservará “o sêmem da Humanidade”; fecha-se na arca e começa a chover; a chuva dura sete dias e sete noites; morreram todos os homens, menos o rei Zi-u-sudra, que, após o dilúvio, começa a participar da vida divina; dão-lhe como residência a cidade de Dilmum.
A criação do Homem
Os deuses criaram os homens, já afirmamos, para que eles fizessem o trabalho e desempenhassem as funções que, de outra maneira, teriam de ser executadas pelas próprias divindades. A criação do homem, destarte, é algo de necessário. Encontramos, aqui outra notável semelhança com o relato bíblico, onde o trabalho é uma maldição: “Comerás teu pão com o suor do teu rosto”. Para os sumerianos, os deuses não trabalhavam: os homens trabalhavam por eles; esse dolce far niente fazia com que gozassem plenamente a vida divina, sem trabalhos, o que os distinguia dos humanos.
Diz o mito que os grandes deuses Anunáqui sentiam fome e não podiam comer, sentiam sede e não podiam beber, pois o homem ainda não fora criado. O deus An criara os Anunáqui “sobre a montanha do Céu e da Terra”, mas nenhum desses era capaz de prover, já não se diz a subsistência de todos, mas a sua mesma. Ashnam (a deusa do Grão) ainda não fora criada, Utu (deusa da Tecelagem) tambpouco fora formada, assim como Lahar, o deus do gado. Eles não tinham ainda nome. Isto é o que se chama “Doutrina do nome”, comum também na Babilônia. Resume-se no seguinte princípio fundamental: a coisa só existe quando tiver nome; essa “Doutrina” parece ser também da Bíblia: Quando Deus criou os animais fez que viessem diante de Adão para que este lhes impusesse um nome (Gên. 2:19). Criaram, então os deuses, Ashnam e Lahar: o grão e o gado crescerão juntos, mas os deuses permanecem insatisfeitos, pois não há quem cuide do gado e recolha o grão. Então o homem recebe o sopro vital. Concluiu-se o Cosmos. A obra da Criação está completa. Deduz-se desse mito, que a única função do Homem é trabalhar para os deuses.
São Paulo, 28 de agosto de 2009. Biblioteca Municipal Nuto Santana, Dicionário das Mitologias Européias e Orientais, Tassilo Orpheu Spaldin, Cultrix / Mec, São Paulo, 1a edição, 1973, p. 115
Add comment 2009/09/07
acredite se quiser, a ponta do iceberg
Não foi só o acidente do Titanic que permitiu descobrir várias falhas nas empresas, nos comportamentos dos comandantes [das embarcações e agora das aeronaves] e principalmente dos seus instrutores de voo. Quem será que aprovou a entrada deste bendito tubo de pitot deste fabricante sem os efetivos testes? veja abaixo o que a agência de regulamentação da europa estabeleceu para as companhias que voam airbus. É simplesmente inacreditável o estado de coisas a que chegamos e esse pessoal (chair men and others chairs) não estão nem aí para as boas práticas industriais e da pesquisa? Será que não seria hora de mandá-los para fazer companhia na cela do Madoff and others? hein!!! Ah! uma pergunta que eu ia esquecendo: Será que temos outros componentes [avionicos e humanos] que estão ocupando espaço e funções vitais em aeronaves, embarcações, composições ferroviárias e metroviárias???
NOTIFICATION OF A PROPOSAL TO ISSUE AN EASA AIRWORTHINESS DIRECTIVE
PAD No.: 09-099
Date: 10 August 2009
Note: This Proposed Airworthiness Directive (PAD) is issued by EASA, acting in accordance with Regulation (EC) No 216/2008 on behalf of the European Community, its Member States and of the European third countries that participate in the activities of EASA under Article 66 of that Regulation.
In accordance with the EASA Continuing Airworthiness Procedures, the Executive Director is proposing the issuance of an EASA Airworthiness Directive (AD), applicable to the aeronautical product(s) identified below.
All interested persons may send their comments, referencing the PAD Number above, to the e-mail address specified in the ‘Remarks’ section, prior to the consultation closing date indicated.
Type Approval Holder’s Name : Type/Model designation(s) :
AIRBUS A330 and A340 aeroplanes
TCDS Number : EASA.A.004, EASA.A.015
ATA 34 Navigation – Airspeed Pitot Probes – Replacement
Manufacturer(s): Airbus (formerly Airbus Industries)
Airbus A330-201, A330-202, A330-203, A330-223, A330-243, A330-301, A330-302, A330-303, A330-321, A330-322, A330-323, A330-341, A330-342 and A330-343 aeroplanes, all serial numbers on which Airbus modification 45638 has been embodied in production or Airbus Service Bulletin (SB) A330-34-3071 has been embodied in service.
Airbus A340-211, A340-212, A340-213, A340-311, A340-312 and A340-313
Applicability:
aeroplanes, all serial numbers on which Airbus modification 45638 has been embodied in production or Airbus SB A340-34-4079 has been embodied in service. Airbus A340-541, A340-542, A340-642 and A340-643 aeroplanes, all serial numbers on which Airbus modification 45638 has been embodied in production.
Reason:
Occurrences have been reported on A330/340 family aeroplanes of airspeed indication discrepancies while flying at high altitudes in inclement weather conditions.
Investigation results indicate that A330/A340 aeroplanes equipped with Thales Avionics pitot probes appear to have a greater susceptibility to adverse environmental conditions than aeroplanes equipped with Goodrich pitot probes.
A new Thales Pitot probe Part Number (P/N) C16195BA has been designed which improves A320 aeroplane airspeed indication behaviour in heavy rain conditions. This same pitot probe standard has been made available as optional installation on A330/A340 aeroplanes, and although this has shown an improvement over the previous P/N C16195AA standard, it has not yet demonstrated the same level of robustness to withstand high-altitude ice crystals as the Goodrich P/N 0851HL probe.
At this time, no other pitot probes are approved for installation on the A330/A340 family of aeroplanes. Airspeed discrepancies may lead in particular to disconnection of the autopilot and/or auto-thrust functions, and reversion to Flight Control Alternate law, which would cause an increase of pilot workload.
Depending on the prevailing aeroplane altitude and weather, this condition, if not corrected, could result in reduced control of the aeroplane.
For the reasons described above, this AD is a precautionary measure and requires the removal from service of all Thales Avionics P/N C16195AA pitot probes, the replacement of Thales Avionics P/N C16195BA pitot probes at positions 1 (Captain) and 3 (Stand by) with Goodrich P/N 0851HL probes and the installation at position 2 (First Officer) of a Thales Avionics pitot probe P/N C16195BA.
This AD is considered to be an interim measure and further AD action cannot be excluded.
Effective Date: [TBD: 14 days after final AD issue date]
Required Action(s) and Compliance Time(s):
Required as indicated, unless already accomplished:
(1) Within the next 4 months after the effective date of this AD,
accomplish the action of paragraph (1.1) or (1.2), as applicable to aeroplane configuration:
(1.1) For aeroplanes fitted with Thales Avionics P/N C16195AA pitot probes (pre-mod 56702S19240), accomplish the pitot probe replacement actions as defined in paragraphs (1.1.1) and (1.1.2) of this AD:
(1.1.1) In accordance with the instructions of Airbus SB A330-34-3206 Revision 01, or Airbus SB A340-34-4200 Revision 01, or Airbus SB A340-34-5068, as applicable to aeroplane model.
(1.1.2) In accordance with the instructions of Airbus SB A330-34-3231, or Airbus SB A340-34-4238, or Airbus SB A340-34-5071, as applicable to aeroplane model. The resulting configuration of the aeroplane after compliance with both paragraphs (1.1.1) and (1.1.2) of this AD must be that a Required Action(s) Thales Avionics P/N C16195BA pitot probe is installed at position 2 and Compliance and Goodrich P/N 0851HL pitot probes at positions 1 and 3.
(1.2) For aeroplanes fitted with Thales Avionics P/N C16195BA pitot probes (post-mod 56702S19240): Remove the P/N C16195BA pitot probes from positions 1 and 3, and install Goodrich P/N 0851HL pitot probes at positions 1 and 3, in accordance with the instructions of Airbus SB A330-34-3231, or Airbus SB A340-34-4238, or Airbus SB A340-34-5071, as applicable to aeroplane model.
(2) Replacement of Thales Avionics P/N C16195BA pitot probes at all three positions with Goodrich P/N 0851HL pitot probes in accordance with the instructions of Airbus approved data is an alternative method to comply with the requirements of this AD.
(3) After [insert date; 4 months after the effective date of this AD], do not install a Thales Avionics P/N C16195AA pitot probe at any position on an aeroplane.
(4) After [insert date; 4 months after the effective date of this AD], do not install a Thales Avionics P/N C16195BA pitot probe at position 1 or 3 on an aeroplane.
Ref. Publications:
Airbus SB A330-34-3206 Revision 01 dated 12 November 2008.
Airbus SB A340-34-4200 Revision 01 dated 12 November 2008.
Airbus SB A340-34-5068 original issues dated 01 December 2008.
Airbus SB A330-34-3231 at original issue (to be issued).
Airbus SB A340-34-4238 at original issue (to be issued).
Airbus SB A340-34-5071 at original issue (to be issued).
The use of later approved revisions of these documents is acceptable for compliance with the requirements of this AD.
Remarks :
1. This Proposed AD will be closed for consultation on 07 September 2009.
2. Enquiries regarding this PAD should be referred to the Airworthiness Directives, Safety Management & Research Section, Certification Directorate, EASA. E-mail ADs@easa.europa.eu.
For any question concerning the technical content of the requirements in this PAD, please contact: AIRBUS – Airworthiness Office – EAL; E-mail: A330-A340@airbus.com
2 comments 2009/08/12
Acesso à internet pela rede wifi (sem fio) do CCSP – tutorial
Procedimentos / Manual de instruções para acessar a rede wifi (wireless) do Centro Cultural de São Paulo (CCSP), localizado aqui no bairro do Paraiso aqui em São Paulo – SP – Brasil.
O serviço está disponível de segunda a sexta: das 10h às 20h; aos sábados: das 10h às 21h; domingos e feriados das 10h às 20h.
Áreas disponiveis para seu uso:
Área externa ao lado do foyer (1 antena)
Jardim central (área entre a lanchonete e o prédio da biblioteca (1 antena)
Bibliotecas (4 antenas)
Piso Flávio de Carvalho (2 antenas)
Central de informações (para atendimento em eventos – (1 antena)
Como utilizar a rede WIFI do CCSP?
Conforme a Lei Municipal nº 14.098, de 08 de dezembro de 2005, para a utilização da rede sem fio o usuário deverá observar algumas regras como, por exemplo, responsabilizar-se pela sua identidade eletrônica e senha. O usuário não poderá mostrar texto ou imagens considerados abusivos, nem acessar sites pornográficos, games on-line, bate-papos, sites de relacionamento, ou quaisquer outros portais cujo conteúdo não seja informativo ou educacional.
Para utilização da rede sem fio é necessário fazer um cadastro acessando o endereço:
http://www.radioccsp.net/wireless/cadastro3.php
Preencha todos os dados do e clique em enviar. Aguarde o retorno de um e-mail de confirmação do seu cadastro, que deverá ser enviado no prazo de algumas horas. Após receber o email, compareça pessoalmente à Central de Informações do CCSP, de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, para retirar sua senha e assinar um Termo de Responsabilidade que já foi impresso e está disponível com o funcionário do CCSP. Atenção: para configurar o seu notebook, você utilizará tanto a senha enviada por email quanto a que lhe for entregue na Central de Informações.
Como configurar seu computador para acessar a internet através da rede wifi?
Você recebera um conjunto de 2 usuários e senhas com os quais você deverá executar os seguintes procedimentos:
1 – detectar a rede CCSP que é a do centro cultural são paulo, e selecionar conexão automática;
2 – abrir seu navegador e digitar qualquer endereço de internet desejado por exemplo:
http:www.gmail.com
3 – o seu browser abrirá a primeira tela de autenticação muito parecida com a abaixo demonstrada:
4 – aceite o certificado
5 – quando surgir o campo de usuário e senha informe o primeiro conjunto de usuário e senha que o funcionário do CCSP lhe entregou no formulário impresso e no qual você assinou se responsabilizando pelos acessos.
6 – após este passo você irá receber mais uma tela de autenticação onde você deverá informar o usuário obedecendo a seguinte regra de composição: Informe a sigla da unidade da federação (estado) no qual seu documento foi impresso e o número do documento, por exemplo: se o seu rg (registro geral) tem o número 123456789 e foi emitido pelo estado do paraná (sigla PR) seu código de usuário (login) para esta segunda tela de autenticação ficará como: pr123456789 a senha para o acesso é padrão (por enquanto) e é a palavra: wificcsp
muita atenção pois todos os códigos e senhas devem ser digitados como minúsculas e lembre-se A é diferente de a
7 – seu login autenticado tem validade de 4 horas. caso precise navegar por mais tempo, após o mesmo expirar dirija-se ao atendimento geral e solicite ao funcionário a ativação por mais 4 horas. E toda vez que você retornar ao CCSP deve passar no atendimento geral e solicitar a ativação do seu usuário informando apenas seu nome completo. boa navegação
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